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Em Português


José e Pilar, versão longa

Lunes, 23.01.12

No próximo dia 11 de Fevereiro, a partir das 15.30 Horas, a Sala Félix Ribeiro da Cinemateca Portuguesa recebe a versão de montagem de cinco horas e meia do filme José e Pilar.
A exibição contará com a presença do realizador Miguel Gonçalves Mendes.

A Cinemateca Portuguesa fica na Rua Barata Salgueiro, em Lisboa.

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José Saramago já está na Casa dos Bicos

Viernes, 20.01.12

A presença de José Saramago na Casa dos Bicos é já uma realidade.

A Fundação iniciou hoje as mudanças do seu vasto espólio para a sua nova sede na Casa dos Bicos. A abertura ao público ocorrerá na próxima primavera.


De forma simbólica colocámos alguns livros na biblioteca.
José Saramago já está na Casa dos Bicos.
Bem-vindo seja.

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Vasco Graça Moura nomeado presidente do CCB

Viernes, 20.01.12

Vasco Graça Moura foi o nome escolhido para a presidência da Fundação Centro Cultural de Belém (CCB), anunciou esta sexta-feira a Secretaria de Estado da Cultura (SEC).

O escolhido vai substituir António Mega Ferreira, cujo mandato termina na próxima segunda-feira. Sem justificar a não recondução de Mega Ferreira, que poderia exercer mais um mandato de três anos, Francisco José Viegas, destacou apenas, em comunicado, a forma exemplar como este executou os seus cargos, "dando provas de brilho, criatividade e responsabilidade no cumprimento da missão que lhe foi incumbida".

Vasco Graça Moura, de 70 anos, é assim o seu sucessor, ficando responsável pela direcção administrativa e financeira do CCB, assim como pelos recursos humanos e toda a gestão do espaço. "A escolha de Vasco Graça Moura para presidir à Fundação Centro Cultural de Belém no mandato que agora se inicia, corresponde a um novo ciclo de desafios para o cumprimento do serviço público do CCB na área da Cultura, desafios esses que Vasco Graça Moura, pela sua ampla experiência aliás reconhecida de forma inequívoca, será certamentente capaz de enfrentar da melhor forma ao longo dos próximos três anos", escreveu em comunicado o secretário de Estado da Cultura.

A SEC destaca ainda o "amplo currículo reconhecido a nível nacional e internacional" de Vasco Graça Moura, que inclui diversos cargos públicos de relevo na área da Cultura.

Para o cargo ocupado por Margarida Veiga, a SEC apontou a historiadora de Arte Dalila Rodrigues. Professora, investigadora e autora de livros e artigos científicos, Dalila Rodrigues exerceu os cargos de directora do Museu de Grão Vasco, do Museu Nacional de Arte Antiga e da Casa das Histórias Paula Rego, para além do cargo de Directora de Comunicação, Marketing e Desenvolvimento da Casa da Música.

Miguel Leal Coelho, responsável pelas actividades comerciais e o centro de espectáculos, é assim o único membro da administração que continua no cargo, uma vez que foi nomeado a 3 de Novembro de 2010, terminando o seu mandato em 2013.

Fonte: Público

Nota da Fundação:

A Fundação José Saramago felicita Vasco Graça Moura pela nomeação para tão importantes funções culturais. O novo Presidente da Fundação CCB é, desde a primeira edição, membro do júri do Prémio Literário José Saramago e foi inquilino da Casa dos Bicos enquanto Presidente da Comissão dos Descobrimentos.

Nesta oportunidade, agradecemos a sempre pronta colaboração de António Mega Ferreira com a Fundação José Saramago nos anos em que, de forma tão brilhante, dirigiu os destinos do CCB.

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José e Pilar fora da lista de finalistas ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro

Miércoles, 18.01.12

Obrigado, Miguel.

Ao realizador e a toda a equipa, a Fundação José Saramago envia um abraço e felicita-os por terem conseguido o maior prémio, o de realizar um filme que ficará para a história. Para o Miguel, para os seus colaboradores e para todas as empresas e instituições que confiaram neste projecto, o nosso obrigado.

A viagem de José e Pilar continua já nos próximos dias com exibições na Sérvia e em Macau.

"José e Pilar", o documentário de Miguel Gonçalves Mendes sobre o Nobel da Literatura português, José Saramago, não está entre os finalistas seleccionados para a nomeação ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Dos 63 candidatos iniciais, são nove os filmes que integram a lista de finalistas dessa categoria para a 84.ª edição dos Prémios da Academia Cinematográfica norte-americana, hoje divulgada em Los Angeles.

Entre eles, estão “Pina”, o documentário do alemão Wim Wenders sobre a bailarina e coreógrafa Pina Bausch, “Uma Separação”, do iraniano Asghar Farhadi, “Bullhead”, do belga Michael R. Roskam, e “Monsieur Lazhar”, do canadiano Philippe Falardeau.

Os restantes cinco são “Footnote”, de Joseph Cedar (Israel), “In Darkness”, de Agnieszka Holland (Polónia), “Omar Killed Me”, de Roschdy Zem (Marrocos), “Superclásico”, de Ole Christian Madsen (Dinamarca), e “Warriors of the Rainbow: Seediq Bale”, de Wei Te-sheng (Taiwan).

No seu mural da rede social Facebook, Miguel Gonçalves Mendes deu esta tarde a notícia e deixou um comentário: “Fizemos o possível e o impossível, mas não conseguimos. Obrigado a todos pelo apoio e agora... agora é seguir em frente”.

Fonte: LUSA

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Las lagrimas del Juez Garzón

Martes, 17.01.12

En el día en que comienza el juicio de Baltasar Garzón, recuperamos las palabras de José Saramago en su Cuaderno sobre el juez que ha hecho de las causas por la Memoria Histórica una de sus luchas:

Ni leyes ni justicia

En Portugal, en la aldea medieval de Monsaraz, hay un fresco alegórico de finales del siglo XV que representa al Buen Juez y al Mal Juez, el primero con una expresión grave y digna en el rostro y sosteniendo en la mano la recta vara de la justicia, el segundo con dos caras y la vara de la justicia quebrada. Por no se sabe qué razones, estas pinturas estuvieron escondidas tras un tabique de ladrillos durante siglos y solo en 1958 pudieron ver la luz del día y ser apreciadas por los amantes del arte y de la justicia. De la justicia, digo bien, porque la lección cívica que esas antiguas figuras nos transmiten es clara e ilustrativa. Hay jueces buenos y justos a quienes se agradece que existan, hay otros que, proclamándose a sí mismos justos, de buenos tienen poco, y, finalmente, además de injustos, no son, dicho con otras palabras, a la luz de los más simples criterios éticos, buena gente. Nunca hubo una edad de oro para la justicia.Hoy, ni oro, ni plata, vivemos en tiempos de plomo. Que lo diga el juez Baltasar Garzón que, víctima del despecho de algunos de sus pares demasiado complacientes con el fascismo que perdura tras el nombre de la Falange Española y de sus acólitos, vive bajo la amenaza de una inhabilitación de entre doce y dieciséis años que liquidaría definitivamente su carrera de magistrado.

 

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Seeking wisdom from José Saramago - Entrevista de Miguel Gonçalves Mendes ao New York Times

Sábado, 14.01.12

A poucos dias da divulgação da lista de filmes nomeados pela Academia de Hollywood aos Oscares, o prestigiado New York Times entrevista Miguel Gonçalves Mendes sobre José e Pilar e sobre a forma como tem decorrido o processo de promoção do filme enquanto candidato português ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira:

Seeking wisdom from José Saramago

So much attention has been paid to “Pina,” Wim Wenders’s 3D homage to the choreographer Pina Bausch, that it’s easy to overlook another documentary that is also competing for the Academy Award for foreign-language film. “José and Pilar,” directed by Miguel Gonçalves Mendes, is Portugal’s submission, and it too comes with an impressive pedigree. Co-produced by the directors Pedro Almodóvar and Fernando Meirelles (“City of God”), it examines the relationship of love and support that sustains José Saramago, the Portuguese novelist who won the Nobel Prize for literature in 1998, and his wife, Pilar del Rio, as Saramago battled to write one last novel before his death in 2010 at the age of 87. Mr. Gonçalves Mendes, 33, is in the United States this month for festival showings of the film and spoke by telephone from Palm Springs. Here is an edited version of what he had to say:

You were in your mid-20s when you started shooting “José and Pilar.” What made you, at that very young age, want to make a film about a writer who was then already well into his 80s?

Because the young man I was and still am continues to be a little bit lost in the world, trying to find answers to questions that probably don’t have answers. Saramago is a writer who I’d always admired, since I was a teenager, a figure of great wisdom to me. So I had a series of questions I wanted to ask him, plus I just wanted to meet him and get to know him. The idea for the film started from that simple a notion.

What kind of questions did you think he might be able to answer?

Even though this is a film that’s a lot about death, it’s a film with a great desire for life. The problem of death is something that troubles me. I have a fear of death, and all my films revolve around the question of death. We’re here, trying to live, and we ask: What’s the point?

So when Saramago says in your film that he’s not afraid of death, you take him at his word and believe there is something to be learned from him?

He dealt better with the idea of death than others do. What I felt was regret that he didn’t have more time, that he wasn’t going to be able to continue doing the thing he loved. But he knew that he was privileged. We’re talking about a guy who was born poor, illiterate, who really only started to write when he turned 60, which is really late, and 20 years later, at the age of 80, wins the Nobel. He’d say, “At an age when most writers have an acclaimed body of work, that’s when I started. I felt urgency, and I lived with the weight of death on my shoulders. Because I knew that I didn’t have time.”

It’s clear that you admire both José and Pilar. But what about us, the audience? Do you want us to like them too, or are you merely recording their behavior? I ask because there are times in the film when he comes across as a really cantankerous, even bitter, old guy.

(Laughs) Maybe at times. But aren’t you also like that sometimes? I know that I am. The big difference here is that people aren’t used to seeing this portrayed so clearly. Because in the cinema there is a big tendency to romanticize things, to spread flowers around. But here, no. I didn’t want to sugarcoat things. You’re seeing two people who eat, who drink, who argue, who love, who do everything that life has to offer. That’s why I think this film has created an empathy with the public. Theirs is a mirror of our own lives. I wanted everyone to see themselves reflected in the film. This is a film about two human beings, not two superheroes.

I understand that you’re currently working on a feature film version of one of Saramago’s novels, “The Gospel According to Jesus Christ.” Of all the novels that he wrote, why choose that one?

I’m a fan of many of his books, but I think they are difficult to bring to the screen. But this one has a narrative structure that’s absolutely classic, that seems like it came straight from the editing room. In addition, “The Gospel According to Jesus Christ” is a book that, unfortunately, at the time it was published was very controversial in Portugal. I wanted to do justice to this book, because it is incredible. It’s one of the most beautiful books I know in the Portuguese language.

I presume you’re aware how unusual it is for a documentary to be competing for the best foreign-language film Oscar.

I know that it’s rare, but I think something is changing. I think people are saturated with always seeing the same old stories, the same things, which many times bore or brutalize them. I think documentaries ofter space for people to get to know other realities. Twenty years ago, nobody imagined that documentaries could fill theaters. But today they do, so I think that it’s perfectly legitimate that films like “José and Pilar” and “Pina” represent their countries. Of course, getting the nomination itself is another story. Life isn’t always fair. These campaigns are very difficult, and they require money, which I don’t have. You know, Portugal has never had a film nominated, and Portugal has an incredible cinema. So it’s time for some payback.

Speaking of money problems, “José and Pilar” was co-produced with Pedro Almodóvar and Fernando Meirelles. I understand that you had difficulties raising money to make this film, and that they more or less came to your rescue.

Their support was absolutely essential. They put their money into this film, and if it weren’t for them, this film wouldn’t exist in the form that it does. They were investing in something they believed in, and both of them are big fans of Saramago, so they wanted this film to exist.

There were money problems in the beginning, the middle and the end. The Almodóvar company, El Deseo, came in first, but then by the middle, I had already run out of money and didn’t have a cent to my name. That’s when I met Fernando Meirelles, and because of him I was able to finish shooting. Even then, I was still short of money, so I had to take out another mortgage on my house to be able to finish. I was 10 years from paying off my house, and now I’m 30 years away. But I’m very proud and pleased at how things have turned out.

Fonte: New York Times

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