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Nada tenho de meu

Miércoles, 22.02.12

O realizador português Miguel Gonçalves Mendes e os escritores brasileiros Tatiana Salem Levy e João Paulo Cuenca viajaram até ao Extremo Oriente para uma troca de experiências com artistas e pensadores de Macau, Hong Kong, Vietname, Cambodja e Tailândia. Desse contacto, que surgiu depois dos 3 autores terem sido convidados a estar presentes no 1º Festival Literário de Macau - Rota das Letras, nascerá a série de vídeos “Nada tenho de meu”, descrita pelos seus autores como “uma mistura de caderno de viagens e ficção” que o Público Online começará a publicar a partir desta quinta-feira.

À medida que a viagem se desenrola, serão publicados episódios que incluirão textos e imagens dos três autores, que estarão atrás e à frente das câmaras. Depois deste mosaico videográfico, produzido pela JumpCut, a viagem de Mendes, Levy e Cuenca resultará numa longa-metragem e numa série de televisão.

Os primeiros episódios da série têm como cenário Macau e contam com a participação dos escritores Lolita Hu e Sutong e da actriz Margarida Vila-Nova e do realizador Ivo Ferreira.

A escritora Tatiana Salem Levy nasceu em Lisboa em 1979, mas foi para o Brasil com nove meses. Publicou o ensaio “A experiência do fora: Blanchot, Foucault e Deleuze” e os romances “A Chave de Casa” (Prémio São Paulo de Literatura 2008) e “Dois Rios”.

O realizador Miguel Gonçalves Mendes nasceu na Covilhã em 1978. Frequentou os cursos de Relações Internacionais e Arqueologia, e licenciou-se em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Realizou vários documentários e longas-metragens, como “José e Pilar – um retrato de José Saramago e Pilar del Río”. Em 2002, fundou a JumpCut, produtora nas áreas do teatro e do audiovisual. Prepara neste momento a adaptação cinematográfica do romance de José Saramago “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”.

O escritor João Paulo Cuenca nasceu no Rio de Janeiro em 1978. É autor dos romances “Corpo presente” (2003), “O dia Mastroianni” (2007) e “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” (2010). Entre 2003 e 2010 escreveu crónicas semanais para vários jornais, entre os quais “Tribuna da Imprensa”, “Jornal do Brasil” e “O Globo”.

Fonte: Público

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A Fundação já funciona na Casa dos Bicos

Jueves, 16.02.12

A Fundação José Saramago tem o prazer de informar que a partir de hoje, 16 de Fevereiro, passa a funcionar na Casa dos Bicos.
Toda a correspondência deverá, a partir desta data, ser enviada para o seguinte endereço:

Fundação José Saramago
Casa dos Bicos
Rua dos Bacalhoeiros, 10
1100-135 Lisboa

O número de telefone 21 816 17 67 mantém-se em funcionamento bem como os actuais endereços de e-mail.

Os trabalhos de instalação da Fundação irão manter-se nos próximos dias, confirmando-se a previsão de abertura da Casa ao público na próxima primavera.

Neste momento tão importante, agradecemos a todas as entidades que connosco têm colaborado para que a abertura da nova sede da Fundação esteja cada vez mais próxima.

A todos, um abraço.

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Hasta cuando?

Miércoles, 15.02.12

Corto protagonizado por hombres y mujeres del mundo de la cultura de España, que asumen la voz de víctimas de la dictadura franquista. Las familias de estas víctimas se dirigieron al Juez Garzón solicitando amparo y justicia. Pedían lo que consideran un deber y un derecho: encontrar los restos de sus desaparecidos y darles sepultura digna. El Juez Garzón fue procesado por el delito de oír a las víctimas.

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Para onde irão os indignados e os “occupiers”?

Lunes, 13.02.12

Leonardo Boff
Teólogo/Filósofo

Uma das mesas de debates importante no Forum Social Temático em Porto Alegre, da qual me coube participar, foi escutar os testemunhos vivos dos Indignados da Espanha, de Londres, do Egito e dos USA. O que me deixou muito impressionado foi a seriedade dos discursos, longe do viés anárquico dos anos 60 do século passado com suas muitas “parolle”. O tema central era “democracia já”. Revindicava-se uma outra democracia, bem diferente desta a que estamos acostumados, que é mais farsa do que realidade. Querem uma democracia que se constrói a partir da rua e das praças, o lugar do poder originário. Uma democracia que vem de baixo, articulada organicamente com o povo, transparente em seus procedimentos e não mais corroída pela corrupção. Esta democracia, de saida, se caracteriza por vincular justiça social com justiça ecológica.

Curiosamente, os indignados, os “occupiers” e os da Primavera Árabe não se remeteram ao clássico discurso das esquerdas, nem sequer aos sonhos das várias edições do Forum Social Mundial. Encontramo-nos num outro tempo e surgiu uma nova sensibilidade. Postula-se outro modo de ser cidadão, incluindo poderosamente as mulheres antes feitas invisíveis, cidadãos com direitos, com participação, com relações horizontais e transversais facilitadas pelas redes sociais, pelo celular, pelo twitter e pelos facebooks. Temos a ver com uma verdadeira revolução. Antes as relações se organizavam de forma vertical, de cima para baixo. Agora é de forma horizontal, para os lados, na imediatez da comunicação à velocidade da luz. Este modo representa o tempo novo que estamos vivendo, da informação, da descoberta do valor da subjetividade, não aquela da modernidade, encapsulada em si mesma, mas da subjetividade relacional, da emergência de uma consciência de espécie que se descobre dentro da mesma e única Casa Comum, Casa, em chamas ou ruindo pela excessiva pilhagem praticada pelo nosso sistema de produção e consumo.

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Muere el editor y mecenas Germán Sánchez Ruipérez

Lunes, 13.02.12

El editor Germán Sánchez Ruipérez, creador del Grupo Anaya, murió esta última madrugada en la República Dominicana, donde pasaba unos días de descanso, comunicó en Madrid su familia. Nació en Peñaranda de Bracamonte, Salamanca, en septiembre de 1926.

Germán Sánchez Ruipérez comenzó siendo librero en Salamanca, en el negocio familiar. Autodidacta, decidió dejar los estudios y dedicarse a “una vocación precoz”, la de editar, como destacó en un homenaje que se le tributó en Madrid su amigo de toda la vida, Fernando Lázaro Carreter, ya fallecido también.

Esa vocación primeriza le llevó a buscar el mejor asesoramiento posible para crear primero su editorial, Anaya, que tendría ramificaciones educativas en seguida, y que luego sería el lugar en el que desembocó la Alianza Editorial de Ortega Spottorno y otras editoriales literarias de ámbito general. Ese asesoramiento se lo dio en Londres el mítico director inglés Sir Stanley Unwin.

Anaya fue fundada por Sánchez Ruipérez en 1958. Años después, consolidado su grupo, Sánchez Ruipérez desarrolló una gran labor en la financiación de proyectos dedicados al fomento de la lectura y al análisis de los comportamientos culturales de la sociedad española e iberoamericana, apoyado en colaboradores como Antonio Basanta y Felicidad Orquín. Una de sus preocupaciones fue el desarrollo de la cultura del libro infantil. Fue también anfitrión de varios premios al fomento de la lectura y a la excelencia profesional de profesores o escritores.

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Lunes, 13.02.12

Fernando Pessoa é "um poeta português sem sotaque". Esta frase é dita a brincar por Carlos Felipe Moisés, o curador brasileiro da exposição Fernando Pessoa - Plural como o universo, que já pode ser visitada na Fundação Gulbenkian e assinala o Ano do Brasil em Portugal.

A exposição foi criada originalmente para o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, onde esteve no ano passado, numa colaboração com a Fundação Roberto Marinho. Passou depois pelo Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro, atingindo os 400 mil visitantes no Brasil, e chega a Lisboa numa versão aumentada e com mais espaço expositivo.

"Esta é a melhor das três [versões da exposição]", afirma ao P2 Carlos Felipe Moisés durante uma visita guiada para jornalistas. "O espaço na Gulbenkian é mais generoso, o que permitiu que a concepção cenográfica fosse realizada na íntegra. Tanto em São Paulo como no Rio havia limitações de espaço físico. Em Lisboa podem ser vistos manuscritos e originais a que no Brasil não tínhamos acesso. O famoso quadro de Almada Negreiros está aqui, em São Paulo só tínhamos uma reprodução." Na Gulbenkian está também a famosa arca de madeira do poeta, que foi cedida para a exposição pelo anónimo que a arrecadou, em leilão, em 2008. "O visitante dessa terceira versão da exposição é privilegiado, tem essa exposição na melhor forma possível", acrescenta o curador brasileiro.

Numa das vitrinas, de uma das várias salas ocupadas pela exposição até ao dia 30 de Abril, vê-se uma folha de papel branco, que pertence ao espólio do poeta na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), onde Fernando Pessoa (1888-1935) escreveu a frase: "Sê plural como o universo!" Foi a partir desse manuscrito que nasceu o título "Plural como o universo", que, como explica o outro curador da exposição, Richard Zenith, tradutor especialista em Pessoa que vive em Lisboa, remete para a multiplicidade que conhecemos em Pessoa. "Era um escritor que estava sempre em movimento e defendia que uma pessoa com uma mente activa não se podia fixar numa só opinião. Por isso, Pessoa se contradiz. Não acreditava na Verdade, para ele havia muitas verdades, com pontos de vista diferentes talvez se pudesse chegar a algum lado."

Os curadores quiseram mostrar que "Pessoa é um poeta para todos" e fazer uma exposição para todas as idades. A exposição é lúdica, interactiva e labiríntica: não tem um percurso marcado para que os visitantes se aventurem no seu espaço. "Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o que aconteceu [nas visitas à exposição] é que as pessoas davam conta de que são tão plurais, em potência, como Fernando Pessoa", diz Carlos Felipe Moisés.

Basta olhar em volta para nos virem à memória pedaços de poemas esquecidos. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo", do Poema em linha reta de Álvaro de Campos. Ou ainda, "Pertenço a um género de portugueses/Que depois de estar a Índia descoberta/ Ficaram sem trabalho", de Opiário também de Álvaro de Campos.

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