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Dalton Trevisan distinguido com o Prémio Camões

Lunes, 21.05.12

O escritor brasileiro Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa. O prémio foi anunciado esta segunda-feira em Lisboa pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.

Tal como tem sido habitual ao longo dos anos na conferência de imprensa o júri leu a acta da reunião, apresentando as razões justificativas da escolha do premiado. A escolha de Dalton Trevisan, um dos mais importantes e premiados escritores brasileiros, foi unânime.

O autor de “O Vampiro de Curitiba” (que passou a ser a sua alcunha) é "um dos maiores escritores brasileiros da actualidade", considerado "o maior contista moderno do Brasil" distingue-se pela originalidade das histórias que escreve e pelo mistério que criou à volta da sua vida pessoal.Não gosta de dar entrevistas nem de ser fotografado e não é visto nas ruas.

O júri do prémio não conseguiu ainda contactar o autor, está a tentar fazê-lo. Nesta 24ª edição do Prémio Camões foi constituído por Rosa Martelo, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Abel Barros Baptista, professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; a poeta angolana Ana Paula Tavares; o historiador e escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho; Alcir Pécora, professor da Universidade de Campinas, Brasil, e o crítico, ensaísta e escritor brasileiro Silviano Santiago.

Dalton Trevisan, que nasceu em 1925 em Curitiba, é licenciado em direito e foi depois de ter sido jornalista policial e crítico de cinema, que se dedicou à literatura.. Começou a publicar em 1945, apesar de mais tarde ter renegado os seus dois livros de juventude: "Sonata sempre ao Luar" e "Sete anos de Pastor".

Entre 1946 e 1948, editou a revista "Joaquim", "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil", por onde passaram os maiores nomes da cultura brasileira.

Em 1959, lançou "Novelas Nada Exemplares" e recebeu o Prémio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. "Cemitério de Elefantes” (Prémio Jabuti e Prémio Fernando Chinaglia, da União Brasileira dos Escritores) foi uma das primeiras obras do escritor editadas em Portugal, pela Relógio d’Água, em 1984. DEstaca-se também "Noites de Amor em Granada" e "Morte na Praça" (Prémio Luís Cláudio de Sousa, do PEN Club do Brasil). "Guerra Conjugal" , um dos seus livros também publicado em Portugal, foi transformado em filme em 1975. Só publicou até agora um romance: "A Polaquinha". Em 1996, recebeu o Prémio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto da sua obra. E em 2003, dividiu com Bernardo Carvalho o Prémio Portugal Telecom de Literatura com o livro "Pico na Veia".

O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa, no valor de cem mil euros. Com a sua atribuição é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa.

Miguel Torga foi o primeiro escritor a ser distinguido com o prémio em 1989 e desde então já foram premiados João Cabral de Melo Neto, José Craveirinha, Vergílio Ferreira, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, José Saramago, Eduardo Lourenço, Pepetela, Antonio Candido, Sophia de Mello Breyner Andresen, Autran Dourado, Eugénio de Andrade, Maria Velho da Costa, Rubem Fonseca, Agustina Bessa-Luís, Lygia Fagundes Telles,Luandino Vieira, António Lobo Antunes, João Ubaldo Ribeiro, Arménio Vieira e Ferreira Gullar.

O escritor português Manuel António Pina foi o premiado na edição do ano passado.

Fonte: Público

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Manoel de Barros recebe Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif

Lunes, 21.05.12

Realiza-se no próximo dia 24 de maio a cerimónia de entrega do Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif 2012, que distinguiu a obra Poesia Completa, de Manoel de Barros (Ed. Caminho).

A cerimónia terá lugar na Casa da América Latina, pelas 12 Horas.

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Orlando da Costa relembrado na Casa Fernando Pessoa

Lunes, 21.05.12

A Casa Fernando Pessoa acolhe no próximo dia 24 de Maio, às 18.30 Horas, uma homenagem ao escritor Orlando da Costa.

A sessão contará com a presença de Mário de Carvalho, Maria Barroso, Urbano Tavares Rodrigues e moderação de Everton Machado. Será ainda lido um testemunho escrito de José Manuel Mendes.

Esta homenagem integra o Colóquio Internacional ACT 27, Goa Portuguesa e Pós Colonial: Literatura, Cultura e Sociedade (uma organização da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).

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Esquecer Saramago

Domingo, 20.05.12

ESQUECERSARAMAGO é uma obra colectiva de texto e imagem que reflecte, através de um mosaico de visões gráficas, a obra do Nobel da literatura português. O livro apresenta doze projectos de artistas plásticos — onze alunos e ex-alunos da ESAD.CR e um convidado especial, Pedro Penilo – que invocam, nos seus termos estéticos, onze textos fundamentais de José Saramago. Cruza-se a memória de quem leu Saramago, num momento marcante do seu percurso artístico pessoal (Anabela Santos, Bruno Bogarim, Eunice Artur, Orphanus Lauro e Pedro Penilo) e a experiência nova de novos leitores (André Banha, André Graça Gomes, João Ferreira, Mónica Landim, Nuno Fragata e Ricardo Braz), que aqui tomam contacto, pela primeira vez, com os textos do autor de Memorial do Convento.

O projecto tem duas componentes, livro (edição) e mala-exposição itinerante. Sob a forma de livro, é um exercício editorial complexo, procurando ajustar cada visão artística à sua respectiva apresentação, num todo que funciona como uma mostra colectiva de arte contemporânea. A mala-itinerante é um projecto expositivo de Biana Costa com André Teles, em cujos compartimentos interiores se podem encontrar originais e reproduções realizados pelos autores individuais, para além de um exemplar do livro (numerado). É uma boite-en-valise que se propõe como acontecimento relacional (a circulação da peça pelas diversas instituições e espaços que acolherem o ‘esquecimento de Saramago’).

Curadoria de Mário Caeiro

ESQUECER SARAMAGO tem início no dia 21 de Maio pelas 17h, na Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Campus da Caparica), com a inauguração da exposição de todos os trabalhos. A entrada é livre.

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Academia Brasileña de Letras honra a Carlos Fuentes

Domingo, 20.05.12

La Sala José de Alencar recibe el próximo día 24 de mayo los miembros de la Academia Brasileña de Letras, Nélida Piñon y Eduardo Portella, para una mesa redonda en tributo a Carlos Fuentes.

Aquí dejamos la invitación:

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Lo llamamos destino. Una entrevista a José Saramago

Domingo, 20.05.12

Silvia Lemus, esposa de Carlos Fuentes, entrevistó varias veces a José Saramago, una de ellas con motivo de la aparición de El hombre duplicado. Ahora que se anuncia el rodaje de una película sobre ese libro, recuperamos la entrevista publicada en la revista Nexos de México y lo hacemos también como muestra de respeto a la entrevistadora, compañera de vida del desaparecido Carlos Fuentes:

"En estos momentos me interesa mucho más el individuo, el individuo que está ahí, que es un igual a mí en el sentido de que ambos somos seres humanos, y que está ahí en la calle, y que pasa, y tengo necesidad de saber quién es él, y volvemos a lo mismo: ¿quién es el otro?".

Su última novela, El hombre duplicado, nos hace pensar en nuestra dualidad como seres humanos. Todos tenemos un yo interno idéntico a nosotros mismos y, al mismo tiempo, distinto de nosotros.

Antes que nada, soy José Saramago, soy escritor y soy portugués. Ahora bien, respondiendo a tu pregunta, yo no lo llamaría, en todo caso, una dualidad, más bien una multiplicidad. Creo que nos hemos puesto de acuerdo en los últimos tiempos en que el yo no existe, no hay nada de constante, de permanente. La vida de cada uno de nosotros es lo que se puede llamar yo\ si eso no existiera en cada circunstancia y en cada momento de la vida —en la juventud, en la edad madura, en la vejez—, siempre habría algo intacto, inmutado, que sería el yo. Creo que está claro incluso en la obra de unos cuantos autores, y ahora estoy pensando particularmente en Fernando Pessoa, con la creación de una pluralidad de poetas que transportaba dentro y que se expresan de modo distinto para decir cosas distintas, hasta el punto de que a veces uno no sabe muy bien qué es lo que pensaba Fernando Pessoa; sabemos muy claramente qué es lo que pensaban y cómo expresaban lo que pensaban Ricardo Reis, Alvaro de Campos, Alberto Caeiro, Bernardo Soares y Fernando Pessoa. El, Fernando Pessoa, la persona en sí, se queda retrasada; lo que aparece en primer lugar son los otros, para decirlo así, el yo. Ocurre esto: aunque no tengamos la conciencia muy clara de qué es ser así, lo que hacemos a lo largo de toda la vida es buscar una identidad para uso exterior, es decir, entre todo lo que podríamos ser definimos un personaje de nosotros mismos, que es lo que paseamos, lo que llevamos a la calle, es lo que está ahí para tener una relación con los demás; y hacemos un esfuerzo tremendo para que no parezca que podríamos ser otras cosas. Y a veces esto, cuando llega a transformarse en un conflicto, se resuelve por la locura, la gente que no es capaz de dar de sí misma una sola imagen, y se dispersa. Fernando Pessoa lo ha resuelto en esa constelación de otros que en el fondo son manifestaciones de una persona que no tiene efectivamente un yo. Porque, si fuera cierto, cuando yo tenía cinco años tenía un yo que sería el mismo yo de cuando tenía 24 ó 53 ó 79 u 80, que es la edad que tengo ahora, y lo que pasa no es eso. Vamos cambiando. El yo cambia, y con el cambio ya no es yo.

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