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Activista romani sobreviviente del Holocausto se murió a los 79 años

Viernes, 08.02.13

A ativista, pintora e escritora cigana austríaca Ceija Stojka, que sobreviveu aos campos de concentração nazis, morreu no dia 28 de janeiro aos 79 anos num hospital de Viena, deixando uma vasta obra de pintura muito centrada na experiência do Holocausto.

Ceija Stojka escreveu um dos primeiros relatos autobiográficos de ciganos sobre a perseguição nazi num livro de memórias de 1988, "Wir leben im Verborgenen. Erinnerungen einer Rom-Zigeunerin" ("Vivemos em Reclusão: Memórias de uma Cigana", em tradução livre).

Um milhão e meio de ciganos foram assassinados em campos de concentração pelo regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Nascida na Áustria, Stojka sobreviveu aos campos de Auschwitz, Bergen-Belsen e Ravensbrueck. Dos 200 membros da sua família, apenas outros cinco sobreviveram.

"Usei a caneta porque precisava de me abrir, gritar", disse a ativista numa exposição de 2004 no Museu Judaico de Viena.

Stojka começou a pintar aos 56 anos, usando os dedos ou palitos em vez de pincéis. Muitas das suas obras aludem à experiência nos campos de concentração, e eram descritas como "assustadoras" e "infantis" por visitantes em exposições por todo o mundo.

Uma das suas mostras mais recentes, em 2009, percorreu galerias nos Estados do Oregon e da Califórnia, além da West Branch Gallery & Sculpture Park, em Vermont, nos Estados Unidos.

The independent

Folha de S. Paulo

Quintessencialruminations

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Integral del Padre António Vieira llegará en abril

Jueves, 07.02.13

A obra integral do Padre António Vieira, preparada por uma equipa de 30 especialistas coordenada pelos historiadores José Eduardo Franco e Pedro Calafate, vai ser publicada em 30 volumes pelo Círculo de Leitores, anunciou o jornal Expresso online. Os primeiros volumes estarão prontos no início de abril.

A integral está a ser preparada há cinco anos por esta equipa a que se juntaram 15 estudantes de mestrado e doutoramento, numa iniciativa conjunta da Santa Casa da Misericórdia e da Universidade de Lisboa. Como se lê na notícia do Expresso, os investigadores "passaram os últimos cinco anos na tarefa de reanalisar as publicações dadas à estampa ao longo dos tempos, e a vasculhar arquivos em países por onde António Vieira passou", do que "resultou a descoberta de documentos ainda desconhecidos, nomeadamente várias cartas guardadas no Arquivo Nacional da Torre do Tombo e ainda não atribuídas a Vieira".

O projeto prevê ainda "uma súmula dos principais textos, a serem editados numa edição internacional abrangendo oito línguas".

Ler mais: Expresso

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Raised from the ground (Alzado del suelo) entre los "must-read" de Oprah Winfrey

Miércoles, 06.02.13

Raised from the ground (Levantado do Chão) esteve entre os 16 livros recomendados como "must-read" por Oprah Winfrey em janeiro, e continua a receber boas críticas quer nos jornais quer nos blogues.

 "Não é só a aspereza do mundo físico ou as injustiças perpetradas pelos capatazes e os patrões; Saramago descreve as indignidades domésticas que transmitem uma tristeza mortal", diz a escritora e realizadora independente Virginia Friedman no jornal The Post and Courier, de Charleston, Carolina do Sul (EUA), sobre o livro de José Saramago Levantado do Chão, agora publicado em inglês.

Já em finais de dezembro Tinha sido publicda uma crítica no the New York Times, assinada pelo escritor Stephen Heighton, que sublinha que o esforço dea tradutora Margaret Jull Costa "deu-nos acesso, finalmente, ao primeiro grande trabalho de um escritor maior, um romance com uma ressonância relevante para o nosso próprio tempo.

Diz Virginia Friedman: "Saramago toma liberdades. Escreve frases extensas como maratonas e não se preocupa em separar os diálogos com parágrafos inequívocos, nem sequer aspas. Em vez disso, uma linha de diálogo invade outra, apenas com 'ele disse' ou 'ela disse'. Por vezes fala com grande sabedoria, e outras vezes, inesperadamente, com humor, mas toda a prosa de Saramago é construída sem qualquer sentido de distância das personagens que criou. Talvez porque as origens de Saramago estão entre as pessoas sobre as quais escreve; os seus avós eram analfabetos, camponeses sem terra, e estas pessoas, a terra e o próprio tempo parece ser onde Saramago instalou a sua confiança."

"Dizer apenas que é uma história negra sobre a vida dos trabalhadores oprimidos é subvalorizar o poder de linguagem de Saramago, que consegue fazer do simples ato de beber água um horror tangível", acrescenta, dando como exemplo: "A água que se bebe do quartão não tarda que fique mole, doentia, como se eu agora a estivesse a beber de um brejo, de borco, quero lá saber de vermes e bichas, que é esse o nome que damos aqui às sanguessugas". 

Também o blogger Philip Lee, em Quintessentialruminations, publicou um texto sobre o mesmo livro, começando por mostrar surpresa por tsó ao fim de 32 anos Levantado do Chão ter chegado aos leitores anglófonos.

A tradução de Margaret Jull Costa - com o título Raised from the ground - foi publicada nos Estados Unidos pela Houghton Mifflin Harcourt.

Oprah.com

The Post and Courier

The New York Times

Quintessentialruminations

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