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Moeda Saramago ya está disponible

Jueves, 23.05.13

Quem faz compras na Casa dos Bicos pode receber de troco, se assim o quiser, moedas de 2,5 euros da série "Escritores Europeus" com a imagem de José Saramago, cuja apresentação foi feita no dia 22 pelo presidente do conselho de administração da Imprensa Nacional Casa da Moeda, António Osório. Pode também comprar a moeda de prata da mesma série, disponível na loja, mas se optar pela moeda de ouro deve dirigir-se às lojas da INCM.

Para António Osório, era óbvia a escolha do nome de José Saramago para a participação portuguesa na série Escritores Europeus - "não podia ser outro". Ao longo de 2013, será lançadas as moedas europeias, entre as quais as de Cervantes (Espanha), Flaubert (França), James Joyce (Irlanda), Hugo Claus (Bélgica) ou Stefan Zweig (Áustria). Na sala estava o escultor Vítor Santos, autor desta moeda e também das moedas correntes de 1 euro. Ao lado, Helder Batista, que desenhou as últimas moedas de escudo.

Pilar del Río recordou a peça de teatro "A Segunda Morte de Francisco de Assis", uma reflexão em torno das questões da pobreza e da riqueza. A fechar a sessão, a atriz Filomena Oliveira, do Grupo Éter, leu uma sequência de textos de José Saramago, entre as quais este escerto de uma entrevista dada em 1994 a Esperanza Pamplona, de Canarias 7, Las Palmas de Gran Canaria:

"Não estou desenganado, sou totalmente cético. A Comunidade [Económica Europeia] é um conselho de administração de um espaço económico, sobretudo económico. E, como acontece sempre nos conselhos de administração, quem manda é quem tem mais ações. Cada membro desse conselho senta-se num pacote de ações e, quanto mais alto for esse pacote, mais força e mais poder tem, porque possui mais ações. Mesmo que nós – quando digo nós, refiro-me aos portugueses – nos sentemos ali, fazêmo-lo como uma parte menor, porque a relação de poder e de força no interior da Europa se mantém. Em poucos anos, a Europa será administrada pela Alemanha e nós seremos só uma espécie de satélite do Bundesbank. E embora essa relação de poder entre o forte e o fraco tenha existido sempre, muitos lutámos para que isso não seja um escândalo.” [citado no livro Saramago nas suas Palavras"]

 

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publicado por Fundación Saramago

Um escritor para uma moeda europeia

Jueves, 23.05.13

Quem faz compras na Casa dos Bicos pode receber de troco, se assim o quiser, moedas de 2,5 euros da série "Escritores Europeus" com a imagem de José Saramago, cuja apresentação foi feita no dia 22 pelo presidente do conselho de administração da Imprensa Nacional Casa da Moeda, António Osório. Pode também comprar a moeda de prata da mesma série, disponível na loja, mas se optar pela moeda de ouro deve dirigir-se às lojas da INCM.

Para António Osório, era óbvia a escolha do nome de José Saramago para a participação portuguesa na série Escritores Europeus - "não podia ser outro". Ao longo de 2013, será lançadas as moedas europeias, entre as quais as de Cervantes (Espanha), Flaubert (França), James Joyce (Irlanda), Hugo Claus (Bélgica) ou Stefan Zweig (Áustria). Na sala estava o escultor Vítor Santos, autor desta moeda e também das moedas correntes de 1 euro. Ao lado, Helder Batista, que desenhou as últimas moedas de escudo.

Pilar del Río recordou a peça de teatro "A Segunda Morte de Francisco de Assis", uma reflexão em torno das questões da pobreza e da riqueza. A fechar a sessão, a atriz Filomena Oliveira, do Grupo Éter, leu uma sequência de textos de José Saramago, entre as quais este escerto de uma entrevista dada em 1994 a Esperanza Pamplona, de Canarias 7, Las Palmas de Gran Canaria:

"Não estou desenganado, sou totalmente cético. A Comunidade [Económica Europeia] é um conselho de administração de um espaço económico, sobretudo económico. E, como acontece sempre nos conselhos de administração, quem manda é quem tem mais ações. Cada membro desse conselho senta-se num pacote de ações e, quanto mais alto for esse pacote, mais força e mais poder tem, porque possui mais ações. Mesmo que nós – quando digo nós, refiro-me aos portugueses – nos sentemos ali, fazêmo-lo como uma parte menor, porque a relação de poder e de força no interior da Europa se mantém. Em poucos anos, a Europa será administrada pela Alemanha e nós seremos só uma espécie de satélite do Bundesbank. E embora essa relação de poder entre o forte e o fraco tenha existido sempre, muitos lutámos para que isso não seja um escândalo.” [citado no livro Saramago nas suas Palavras"]

 

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Muere el meteco Georges Moustaki, cantautor de los claveles de Abril

Jueves, 23.05.13

O cantor e compositor Georges Moustaki, autor de canções como Le Métèque, morreu esta manhã com 79 anos na sua casa de Paris, na ilha de Saint Louis. Em 1974, saudou o 25 de Abril com a canção "Portugal", que criou com Chico Buarque (Fado Tropical): "A ceux qui ne croient plus/Voir s'accomplir leur idéal/Dis leur qu'un œillet rouge/A fleuri au Portugal".

Moustaki deu vários concertos em Portugal, sempre com casas cheias e calorosas. Em 2008, um ano antes de deixar os palcos, atuou na Casa da Música no Porto e no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. José Saramago gostava muito deste cantor e criador, e várias vezes se lhe referiu com carinho e admiração em entrevistas.

O cantor sofria há alguns anos de uma doença respiratória que há alguns anos o impedia de cantar.

Nascido em 1934 em Alexandria, no Egito, com o nome Giuseppe Mustacchi, filho de judeus gregos aí imigrados. Da cidade egípcia comparada à Torre de Babel, Moutstaki foi para Paris aos 17 anos, onde começou por vender livros de poesia porta a porta. Nunca deixou de se sentir um estrangeiro sem pátria, um homem do mundo, e chegou a dizer-se "brasileiro do coração". Pouco a pouco, foi-se integrando o meio artístico e intelectual de Saint Germain des Prés, mas dizia-se sempre "dentro e fora" de todos os ambientes, e em especial no meio do espetáculo. 

Escreveu cerca de 300 canções para Edith Piaf, Yves Montand, Juliette Gréco, Barbara, Dalida ou Serge Reggiani, e ele próprio as interpretou com um enorme êxito. Em 1969, correu mundo a canção "Le Métèque", com um poema que o definia como "meteco, judeu errante e pastor grego, com os cabelos aos quatro ventos". Muitas das suas composições tornaram-se clássicos, como "Milord" composta em 1958 para Edith Piaf, "Ma Liberté" e "Ma solitude", para Serge Reggiani, "La Dama Brune", para Barbara.

Considerado umas das vozes do Maio de 1968, Moustaki afirmou nessa altura à agência Lusa que dessa revolução “resta uma certa arte de viver, um certo código ético que, mesmo que não seja unânime, impregnou-se na nossa cultura”.

Numa entrevista ao jornal L'Humanité, em 2008, a propósito do disco "Solitaire", Moustaki explicou a escolha deste título: "É uma palavra que se adequa ao meu estado de espírito. A imagem de alguém que gosta de traçar o seu próprio caminho, sem demasidas diretivas, sem preparação. Sou uma pessoa sociável mas sou um marginal. Não tenho os mesmos horários, não utilizo o meu tempo como a maior parte das pessoas que vejo. Não é uma hierarquia de funções. Sou assim. É o meu carácer e a minha forma de vida."

 

Site oficial de Georges Moustaki

Libération

L'Humanité

Público

Diário de Notícias

El Pais

 

 

PORTUGAL, o Fado Tropical de Chico Buarque

Oh muse ma complice
Petite sœur d'exil
Tu as les cicatrices
D'un 21 avril

Mais ne sois pas sévère
Pour ceux qui t'ont déçue
De n'avoir rien pu faire
Ou de n'avoir jamais su

A ceux qui ne croient plus
Voir s'accomplir leur idéal
Dis leur qu'un œillet rouge
A fleuri au Portugal

On crucifie l'Espagne
On torture au Chili
La guerre du Viêt-Nam
Continue dans l'oubli

Aux quatre coins du monde
Des frères ennemis
S'expliquent par les bombes
Par la fureur et le bruit

A ceux qui ne croient plus
Voir s'accomplir leur idéal
Dis leur qu'un œillet rouge
À fleuri au Portugal

Pour tous les camarades
Pourchassés dans les villes
Enfermés dans les stades
Déportés dans les îles

Oh muse ma compagne
Ne vois-tu rien venir
Je vois comme une flamme
Qui éclaire l'avenir

A ceux qui ne croient plus
Voir s'accomplir leur idéal
Dis leur qu'un œillet rouge
À fleuri au Portugal

Débouche une bouteille
Prends ton accordéon
Que de bouche à oreille
S'envole ta chanson

Car enfin le soleil
Réchauffe les pétales
De mille fleurs vermeilles
En avril au Portugal

Et cette fleur nouvelle
Qui fleurit au Portugal
C'est peut-être la fin
D'un empire colonial

Et cette fleur nouvelle
Qui fleurit au Portugal
C'est peut-être la fin
D'un empire colonial

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publicado por Fundación Saramago

Salomão nace en Tondela y se prepara para el Viaje

Martes, 21.05.13

A Viagem do Elefante arranca em Figueira de Castelo Rodrigo no dia 29 de junho, na primeira de dez apresentações do elefante Salomão. Nesta primeira digressão, Salomão mostra-se em Lisboa a 14 e 15 de setembro, trazendo gente dos espetáculos anteriores.

Criada com base na obra homónima de José Saramago, esta é a centésima criação do Trigo Limpo teatro ACERT e conta com coprodução musical da Flor de Jara do cantautor espanhol Luis Pastor, em parceria com a Fundação José Saramago.

O Elefante está já em construção em Tondela, num processo que poderá acompanhar no site da ACERT ( www.acert.pt ) e também na página da Fundação José Saramago. Com seis metros de altura, é um engenho cénico móvel, mecanizado, construído em madeira e vime, a partir do projeto do cenógrafo Zétavares e com trabalho do escultor catalão Nico Nubiola.

A estreia será a 29 de junho em Figueira de Castelo Rodrigo, o sítio onde terminou o Caminho de Salomão que José Saramago percorreu, numa viagem que foi quase uma forma de se despedir de Portugal. Saramago estava em Figueira de Castelo Rodrigo em 18 de junho de 2009, exatamente um ano antes de morrer.

As cidades por onde Salomão vai passar são Figueira de Castelo Rodrigo (29 de junho), São João da Pesqueira (6 de julho), Pinhel (13 de julho), Sabugal - Sortelha (27 de julho), Fundão (2 de agosto), Espanha (cidade a definir, 24 de agosto), Castelo Branco (31 de agosto), Tondela (7 de setembro) e Lisboa (14 e 15 de setembro).

Recorde-se que a Associação de Desenvolvimento Territórios do Côa, de que fazem parte alguns destes municípios, foi quem primeiro aderiu ao projeto d' A Viagem do Elefante.

A ACERT irá cinco dias antes para cada localidade, para ensaiar o espetáculo com 80 pessoas locais (atores, músicos e população), envolvendo-as de forma a que participem ativamente. Por exemplo, no espetáculo de Castelo Branco participam as Adufeiras de Monsanto e no Fundão os Bombos de Lavacolhos, além muitos elementos da população local.
Em Lisboa, juntar-se-ão nos espetáculos participantes de Lisboa e de todas as cidades da digressão, a assinalar o encerramento da digressão e também do festival Lisboa na Rua.
O espetáculo tem dramaturgia e encenação de José Rui Martins e Pompeu José, figurinos de Rafaela Mapril e cenografia de Zétavares . A interpretação é de toda a equipa artística do Trigo Limpo teatro ACERT, os músicos de "A cor da língua ACERT" e quatro atores convidados.
A musica do espetáculo está ainda a ser composta pelo cantautor espanhol Luis Pastor, sobre poemas de José Saramago. Luís Pastor atuará em todos os espetáculos, acompanhado pelos músicos da ACERT com quem irá depois gravar um disco/livro a editar em 2014.
O investimento total deste projeto é de 250 mil euros, 150 mil dos quais para a produção do espetáculo. Tem apoio da Direção Geral das Artes, do Turismo Centro de Portugal e da Câmara Municipal de Tondela. As câmaras das cidades onde haverá apresentações contribuem através da compra do espetáculo.
O investimento total não está ainda atingido e o Trigo Limpo espera conseguir mais apoios públicos e privados que permitam viabilizar toda a operação.
Presente na sessão de apresentação deste projeto, na Casa dos Bicos, o Diretor-Geral das Artes, Samuel Rego, afirmou ter "o maior orgulho" nesta iniciativa, com a qual se confessou "embevecido".
O diretor do Museu do Douro, Fernando Seara, anunciou que será lançado no dia 6 de julho em São João da Pesqueira, na apresentação do espetáculo, um vinho do Douro designado "O Caminho de Salomão", que só será vendido no Museu do Douro, na Fundação José Saramago e em cada representação.
"Este é um triângulo virtuoso: o território, a cultura e o turismo", acentuou o presidente do Turismo do Centro de Portugal, Pedro Machado, com a concordância dos presidentes das câmaras promotoras da iniciativa.
Em 2014, Salomão partirá para terras de Espanha, Itália e Áustria, com programa a anunciar até ao final do ano.
Para a Fundação José Saramago, como afirmou na sessão Pilar del Río, esta é uma iniciativa que surge numa sequência lógica e afetiva da "Viagem a Portugal" (1980), o livro que José Saramago escreveu a convite do Círculo de Leitores e "que lhe permitiu tornar-se escritor". A adesão da Fundação ao projeto é a concretização de uma utopia. Ou, nas palavras de José Saramago, "sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam".
_____
_____

DIGRESSÃO “A VIAGEM DO ELEFANTE”

 

29 Junho (estreia)

Figueira de Castelo Rodrigo

 

6 Julho

S. João da Pesqueira - Museu do Douro

 

13 Julho

Pinhel

 

27 Julho

Sabugal (Sortelha)

 

2 Agosto

Fundão

 

24 Agosto

Espanha

 

31 Agosto

Castelo Branco

 

7 Setembro

Tondela

 

14 e 15 de Setembro

Lisboa

Lisboa na Rua (espectáculo de encerramento) - Praça do Município

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Nuno Júdice vence Prémio Rainha Sofia de Poesia

Jueves, 16.05.13

A Fundação José Saramago felicita o escritor Nuno Júdice, membro do seu Conselho de Curadores, pela atribuição do Prémio Rainha Sofia de Poesia

O poeta português Nuno Júdice foi hoje galardoado com o Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana, que reconhece o conjunto de uma obra de um autor vivo, cujo valor literário constitui uma contribuição relevante ao património cultural da Iberoamérica.

O galardão, atribuido pelo Património Nacional e pela Universidade de Salamanca e dotado com 42.100 euros, celebra este ano a sua XXII edição e é considerado o mais prestigiado deste género na Iberoamérica.

A primeira poetisa portuguesa a receber este prémio foi Sophia de Mello Breyner Andresen.

*

El portugués Nuno Júdice gana el Premio Reina Sofía de Poesía
(El País)

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La Casa dos Bicos vuelve a abrir el sábado, 18 de mayo!

Sábado, 11.05.13

A Fundação José Saramago reabre no sábado, dia 18, das 10h00 às 18h00, depois de ter estado fechada em consequência das obras em curso no piso térreo da Casa dos Bicos. Trata-se de um projeto da Câmara Municipal de Lisboa para instalação do Centro de Interpretação das Muralhas da Cidade, que será um importante espaço cultural e nos merece a maior simpatia.

 

Reabrimos as portas com uma programação intensa de que destacamos:

18 de maio, 16h00 - Encerramento da "Aula José Saramago" que desde outubro de 2012 junta a Biblioteca Municipal Vicente Campinas de Vila Real de Santo António e a Biblioteca Provincial de Huelva

22 de maio, 17h30 - Apresentação da Moeda José Saramago, da Série Escritores Europeus, pela Impresa Nacional - Casa da Moeda

24 de maio - Entrega do Prémio UNESCO Criatividade e Inovação 2013, destinado às escolas associadas

27 de maio, 18h30 - Lançamento do livro "Como ler um escritor" de John Freeman, edições Tinta da China

28 de maio, 18h30 - Lançamento do livro "Quando os bobos uivam" de Onésimo Teotónio de Almeida, edições Clube do Autor

Em datas a anunciar, apresentaremos duas iniciativas programadas para a semana em que estaremos encerrados: a palestra da tradutora eslovena Barbara Jursic sobre Figuras femininas e masculinas  em O Ano da Morte de Ricardo Reis (que estava agendada para 10 de maio) e a 1.ª sessão da Casa de Contos, por Rodolfo Castro, dedicada a O Homem Morto - Contos e poemas da condição humana e do trabalho (prevista para 14 de maio).

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La Casa dos Bicos, edificio del siglo XVI situado en la calle Bacalhoeiros, Lisboa, es el hogar de la Fundación José Saramago.

La Casa dos Bicos se puede visitar de lunes a sábado de 10h a las 18h (última entrada a las 17h30m).
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La casa hecha de libros se puede visitar de lunes a sábado de 10h a las 14h30. También se puede caminar virtualmente, aquí.

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