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Blimunda # 13, junho 2013

Martes, 18.06.13

A Blimunda comemora neste mês de Junho o seu primeiro aniversário!

E se Junho é mês de Festas de Lisboa, as sardinhas que desde há dez anos lhe servem de imagem não podiam deixar de marcar presença nas páginas da revista.

Neste número, destaque para o humor com uma entrevista de Sara Figueiredo Costa a Ricardo Araújo Pereira, humorista, cronista, recentemente distinguido com o Grande Prémio de Crónica, da Associação Portuguesa de Escritores. Também no mesmo dossier um retrato do colectivo Mongolia, responsável por uma edição regular de um jornal de humor em que as notícias ditas sérias não deixam de ter o seu espaço.

No infantil e juvenil, uma viagem de Andreia Brites pelo trabalho que Miguel Horta, mediador de leitura, escritor, pintor, contador de histórias, realiza nas prisões portuguesas desde há vários anos, com uma paragem obrigatória no Estabelecimento Prisional de Guimarães, palco das Novas Memórias do Cárcere.

Ainda nesta secção, destaque para o livro Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida, para a coleção Pássaro Livre (Livros Horizonte) e para uma selecção de novidades que viram a luz do dia na última edição da Feira do Livro de Lisboa.

A fechar o número do primeiro aniversário da Blimunda, damos voz a José Saramago e a Eduardo Lourenço em dois textos sobre este nome que a revista da Fundação José Saramago escolheu como seu. E como Junho é mês de viagens, uma visita ao projeto que o ACERT tem em mãos, o da adaptação teatral do romance de José Saramago, A Viagem do Elefante.

No fim deste primeiro ano de publicações regulares da Blimunda, uma palavra de agradecimento a todos os que com ela têm colaborado, afirmando esta publicação como um espaço vivo, um espaço de cultura abrangente, atento à realidade dos nossos dias.

A todos, o nosso obrigado!

Blimunda N.º 13 - junho 13 by Fundação José Saramago

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publicado por Fundación Saramago

3 Años sin José Saramago

Martes, 18.06.13

Ouvir José Saramago Play Sound

Camané canta Nem deus, nem senhor (tema incluído na banda sonora do filme José e Pilar) Play Sound

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3 anos depois da morte de José Saramago

Lunes, 17.06.13

A voz de José Saramago será ouvida no dia 18 de junho em dezenas de cinceclubes, bibliotecas e associações de todo o país, que desta forma se juntam para celebrar a vida e a obra do Escritor, através da projecção de José e Pilar.

Na Fundação que leva o seu nome, será exibida a versão de cinco horas do filme de Miguel Gonçalves Mendes. A sessão terá início às 12h30 e contará com a presença do realizador.

Em Lanzarote, na Biblioteca do Escritor, no espaço onde escreveu os seus últimos livros, o violoncelista Damián Martínez Marco interpretará a Suite N.º 6 de Bach, peça que José Saramago cita no seu romance As Intermitências da Morte.

A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

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Uma oliveira para Saramago

Sábado, 15.06.13

Há quase dez anos José Saramago trouxe de Azinhaga uma oliveira e plantou-a em sua casa. Viajou com a pequenina árvore entre as pernas, equilibrando-a no avião, e cuidou para que ela se adaptasse ao forte vento e o solo rochoso da ilha. Agora, tantos anos depois dessa viagem e três depois de sua morte (no dia 18 de junho de 2010), Lanzarote “plantou” uma oliveira de aço de cinco metros de altura em homenagem ao Nobel português.

Neste sábado, dia 15 de junho, na presença de amigos, familiares e moradores da ilha, sob o sol e o vento característicos de Lanzarote, foi inaugurada a Glorieta José Saramago. Está localizada no início da rua onde morou o escritor e onde agora funcionam a Casa-Museu e a Biblioteca José Saramago, no município de Tías. No centro da rotunda está a escultura de autoria de Ester Fernández Viña, José Perdomo Guillén e Javier Pérez Fígares: uma enorme figura de aço com as iniciais J e S no formato de oliveira, símbolo de sabedoria e árvore tão querida pelo autor de Ensaio sobre a Cegueira.

“É um abraço da terra ao homem que a quis habitar”, disse Pilar del Río no seu discurso. “Hoje é um dia de gratidão e também de olharmos para nós mesmos, para o passado que fomos, que nos urge e nos convoca a não esquecer”, acrescentou a presidenta da Fundação José Saramago. Pilar também recordou César Manrique e o seu labor pela preservação ambiental, ideia compartilhada por Saramago e um dos princípios basilares da fundação que leva o seu nome. “Em Lanzarote surge um escritor renovado, mais direto, que não usa bosques floridos, preferindo a erupção vulcânica para contar o mundo”, apontou Pilar após citar o ensaio de Saramago intitulado A estátua e a pedra, publicado este ano pela Fundação. “Agradeço ao Ayuntamiento de Tías, que por unanimidade decidiu que essa rotunda que tantas vezes o viu passar se chamaria José Saramago”, finalizou.

“A oliveira de aço é a expressão de reconhecimento e gratidão, com testemunhos, diante de sua casa, na terra compartilhada”, disse o Presidente da Câmara de Tías, José Francisco Hernández. “Estamos devolvendo a Saramago algo que nos havia entregue antes: respeito e dedicação”, acrescentou o Presidente, que também recordou que o escritor colocou o nome de Lanzarote em seus livros e em sua biografia: “De alguma forma, pode-se dizer que onde ele ia, nós estávamos com ele”.

Inés Rojas, Ministra da Cultura e Assuntos Sociais de Canárias, encerrou o ato num discurso improvisado e emotivo sobre o escritor. “Não queria recordá-lo como o grande literato que foi, porque isso muitos já o fizeram, mas como um referente num momento difícil como aquele por que estamos a passar. Saramago, já tens uma oliveira plantada em Lanzarote”.

Finda a cerimónia, as portas da biblioteca da Casa foram abertas e os presentes brindaram pela memória de José Saramago.

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Glorieta José Saramago, tudo pronto

Viernes, 14.06.13

Já está tudo pronto para a inauguração da Glorieta José Saramago amanhã, em Tías, Lanzarote. Nesta sexta-feira (14) os funcionários do Ayuntamiento da ilha canária fizeram os últimos ajustes na iluminação e cobriram a escultura de aço com uma lona grená. “Lanzarote no es mi tierra, pero es tierra mía, José Saramago”, se lê abaixo da escultura de cinco metros que representa uma oliveira, árvore típica de Azinhaga, terra natal do escritor.

No sábado, dia 15, às 13h, uma cerimónia recordará os três anos da morte de José Saramago, que faleceu no dia 18 de junho de 2010, em Lanzarote. Após a inauguração da glorieta haverá uma celebração na casa-museu aberta ao público em 2011, nove meses depois de sua morte.

Em 1993, Saramago mudou a sua residência para Lanzarote. A paisagem da ilha vulcânica encantou o escritor e influenciou a sua criação. Todos os seus livros a partir de Ensaio Sobre a Cegueira foram escritos na ilha.

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A difícil conversa

Jueves, 13.06.13

A Fundação José Saramago abriu-se ao público na Casa dos Bicos exatamente há um ano. Para assinalar este aniversário, as entradas são hoje gratuitas e a Casa fica aberta até às 20h00.

E para todos, em particular para os que não podem vir até a este novo espaço cultural da Lisboa histórica, aqui fica um texto de José Saramago, escrito em 13 de março de 1986 e enviado para a revista brasileira Status. Enviado por telex, tecnologia que na altura era muito avançada!

O progresso, dizia-me aquele amigo entusiasta, é o melhor que há. Estás, por exemplo, em Lisboa, e queres fazer chegar um recado a alguém que vive em São Paulo, Brasil. Se fosse aqui há duzentos anos terias de escrever trabalhosamente uma carta que atravessaria o Atlântico num barco à vela, metida em escuro porão, com risco de naufrágio, e então se perderia o negócio, ou a amada desesperaria por falta de notícias. Hoje é diferente: pairam na atmosfera uns mágicos objetos, chamados satélites, de cujo funcionamento não entendes, mas que por ares e ventos te transportam as palavras, entre telefone e telefone, em poucos minutos ficaste rico de dólares ou reforçado de sentimentos. E se, pela extensão do discurso ou sua complexidade, dúvidas que haja, embaraços na receção, tens ao teu alcance esse outro invento, o telex, que alinhará no destino, e por claro, ordens, projetos e afetos, como se os teus próprios dedos, invisíveis, fossem datilografar a mensagem a oito mil quilómetros de distância. Graças ao progresso, remata o meu amigo, a comunicação é fácil, imediata, instantânea.

 

 

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