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Lanzarote – A Janela de Saramago reúne fotografias de João Francisco Vilhena e textos do Nobel português

Martes, 29.04.14
(Capa)

«Um súbito pensamento: será Lanzarote, nesta altura da vida, a Azinhaga recuperada?», questionava José Saramago nos seus Cadernos de Lanzarote. Em 1993, o escritor decidia mudar-se com Pilar del Río para essa ilha das Canárias, um local rodeado por vulcões onde encontrou a tranquilidade que procurava e onde ergueu a sua Casa e a sua Biblioteca. Há quinze anos, após o anúncio da atribuição do Prémio Nobel, recebeu o fotógrafo João Francisco Vilhena para um passeio de que resultariam fotografias surpreendentes, expostas em dezembro desse ano em Estocolmo, e agora reunidas no livro Lanzarote – A Janela de Saramago, a publicar pela Porto Editora a 9 de maio. Neste livro, as fotografias jogam em harmonia com os textos de José Saramago, presentes nos Cadernos de Lanzarote, sobre a terra, a paisagem, a vida: reflexões do Nobel português sobre os temas que o marcavam. Uma combinação que resulta num livro único.

Lanzarote – A Janela de Saramago será apresentado no festival LeV – Literatura em Viagem, no dia 10 de maio, às 12:00, na Galeria Municipal de Matosinhos, numa sessão que contará com a presença de João Francisco Vilhena e Pilar del Río. Posteriormente, será apresentado em Lisboa.


(Contracapa)

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publicado por Fundación Saramago

Zuenir Ventura e Luis Fernando Veríssimo na Fundação José Saramago - 30 de abril, 18h30

Lunes, 28.04.14

Duas das vozes mais respeitadas do jornalismo e da literatura brasileira, Zuenir Ventura e Luis Fernando Veríssimo, amigos inseparáveis, estarão no auditório da Fundação José Saramago nesta quarta-feira, dia 30, às 18h30, para uma conversa sobre a recepção do 25 de Abril no Brasil. Zuenir Ventura foi o primeiro jornalista brasileiro, e um dos primeiros estrangeiros, a chegar a Lisboa após a Revolução. Assistiu encantado e esperançado aos acontecimentos daqueles dias para logo escrever sobre o que viu. Repetidas vezes declarou que a cobertura do 25 de Abril foi um dos momentos mais importantes e mais emocionantes da sua carreira. Luis Fernando Veríssimo acompanhou a partir de um país reprimido por uma ditadura férrea as notícias que chegavam de um Portugal em festa. Para contar como viveram esses dias, ambos participarão numa conversa na Fundação José Saramago.

(Zuenir Ventura em Lisboa, Abril de 1974;Fotografia publicada no suplemento Ípsilon, do jornal Público, de 25 de Abril de 2014)

A sessão, que conta com o apoio da TAP, integra a programação organizada pela Fundação José Saramago para assinalar os 40 anos do 25 de Abril. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

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publicado por Fundación Saramago

Vasco Graça Moura

Domingo, 27.04.14

A poesia é a minha forma verbal de estar no mundo
--
--
soneto do amor e da morte

quando eu morrer murmura esta canção 
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.

quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não

tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.

Vasco Graça Moura, Antologia dos Sessenta Anos

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Depois da Noite o Quê?, diálogo de Jaime Rocha com obra teatral de José Saramago

Jueves, 24.04.14

Descarregar Depois da Noite o Quê? (pdf)

Em 1998, o jornalista e escritor Jaime Rocha aceitou um convite e criou uma peça teatral a partir da releitura de A Noite, obra de José Saramago escrita em 1979 e que aborda as horas iniciais do 25 de Abril. Rocha aproveitou algumas personagens e o cenário concebidos por Saramago, adiantou o relógio e assinalou no título a continuidade temporal do texto: Depois da Noite o Quê? A peça de Rocha teve estreia no Teatro Carnide no dia 24 de Abril de 1998, logo a seguir a uma encenação de A Noite.

“Pego na peça do Saramago e envelheço-a 25 anos. Se na obra dele a revolta interna é contra o fascismo, contra a censura, na minha é uma luta, já em democracia, pela verdade dos factos”, explica o dramaturgo que trabalhou durante mais de 30 anos em redações de jornais, cenário de ambas as peças.

Se na história construída por Saramago a noite em questão era a do 24 para o 25 de Abril de 1974, no caso do texto de Rocha a noite em questão é a do aniversário dos 25 anos da Revolução dos Cravos. Em ambas há um conflito entre jornalistas e chefes sobre a escolha da manchete para o dia seguinte, deixando claro que muitas vezes interesses alheios à verdade noticiosa se sobrepõem ao bom jornalismo.

Para Rocha, tanto o texto de Saramago como o seu permanecem atuais, porque nas redações continuam a existir interesses distintos entre patrões e empregados. “Passámos da censura durante a ditadura para, em democracia, a autocensura, uma censura por interesse”, diz. Hoje em dia, se alguém se propusesse fazer uma nova leitura da obra de Saramago, a ameaça ao exercício do bom jornalismo seria a precariedade da profissão, opina Rocha. “Se fosse escrita hoje, haveria outro tipo de preocupação: o medo de os jornalistas ficarem no desemprego, algo que afecta a qualidade do jornalismo feito”.

Para assinalar os 40 anos da Revolução dos Cravos, a Fundação José Saramago pediu a Jaime Rocha autorização para publicar, em formato virtual, o texto Depois da Noite o Quê?.

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Congresso A Revolução de Abril, de 21 a 24 de abril

Lunes, 21.04.14

A partir de hoje e até ao dia 24 de abril, o Teatro Nacional Dona Maria II é palco do Congresso dedicado à Revolução de Abril (1974-1975), que reúne intervenções de participantes e investigadores do processo revolucionário de 1974-75. O Congresso é organizado pelo Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, a Fundação Mário Soares, a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação 25 de Abril e a Fundação José Saramago.

O programa completo pode ser consultado aqui.

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Blimunda # 23, abril 2014

Domingo, 20.04.14

Descarregar Blimunda # 23 português (pdf)
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Numa data tão simbólica para Portugal, a Blimunda não poderia ficar alheia ao aniversário de 40 anos do 25 de Abril. Neste mês a revista dedica boa parte dos seus conteúdo à celebração da Revolução dos Cravos. Do acervo de Vasco Gonçalves, em depósito na Fundação José Saramago, recuperam-se 15 cartazes do 25 de Abril, acompanhados por frases de 15 convidados, de diferentes países, sobre o significado desse momento histórico. Sara Figueiredo Costa escreve sobre Os Rapazes dos Tanques, de Alfredo Cunha e Adelino Gomes, um precioso registo da manhã em que a democracia renasceu. Há ainda espaço para A Hora da Revolução: vinte anos depois, um texto escrito por Eduardo Lourenço em 1994, inédito em português, e para O sabor da palavra Liberdade, discurso proferido por José Saramago em 1990.

Na secção Infantil e Juvenil, o 25 de Abril está em destaque com um mosaico de obras revolucionárias publicadas antes de 1974. Andreia Brites conversa com as três editoras independentes que este ano marcaram presença na Feira do Livro Infantil de Bolonha com espaço próprio.

A abrir este número, num dos poucos textos sem referência ao 25 de Abril, Sara Figueiredo Costa publica as suas impressões sobre a terceira edição do festival literário Rota das Letras, em Macau.

Até Maio!

Blimunda N.º 23 - abril 2014 by Fundação José Saramago

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