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Viva o elefante Salomão!

Viernes, 23.05.14

Tem amanhã início a digressão de 2014 do espectáculo A Viagem do Elefante, uma produção da ACERT, em parceria com a Flor de Jara e a Fundação José Saramago. Durante mais de três meses, o elefante Salomão percorrerá 14 concelhos da Comunidade Intermunicipal de Dão Lafões.

O primeiro espectáculo terá lugar no Adro da Sé, em Viseu, às 21h30, e contará, como aconteceu nos espectáculos anteriores, com uma grande participação de voluntários locais que se juntarão à equipa de actores e técnicos do Trigo Limpo Teatro ACERT.

Os trabalhos em Viseu tiveram início na passada terça-feira e nem a chuva dos últimos dias atemorizou Salomão que hoje foi apresentado à população de Viseu.

Enquanto a equipa da ACERT estava a montar o elefante no local que amanhã assistirá à adaptação do texto de José Saramago, chegou uma escola do primeiro ciclo, que vinha para uma visita ao Museu Grão Vasco. Um dos atores disse-lhes que este bicho era o elefante Salomão, que daqui a nada estaria inteiro, e as crianças começaram a gritar em coro.

Desde Lisboa, juntamos-nos a todos os que fazem de A Viagem do Elefante uma festa, gritando também "Viva o elefante Salomão!"

Viva o elefante Salomão! from Fundação Jose Saramago on Vimeo.

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Salomão, o elefante de Saramago e do Teatro ACERT, visitará 14 cidades da região de Viseu Dão Lafões

Jueves, 08.05.14

(O elefante Salomão, em Tondela, pronto para partir para a digressão de 2014)

"Tomara que consigamos repetir o que fizemos no ano passado: todos os espetáculos sem chuva", dizia na manhã desta quinta-feira (8) José Rui Martins, um dos fundadores do Trigo Limpo Teatro ACERT e responsável, ao lado de Pompeu José, pela adaptação da obra A Viagem do Elefante, de José Saramago. Neste ano o desafio do grupo é maior, serão 14 espetáculos em quatro meses (no ano passado foram 11 espetáculos). 

Nesta quinta-feira, na sede da companhia de teatro, em Tondela, foi anunciada a programação completa da digressão da Viagem do Elefante em 2014. Todos os 14 municípios da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões serão visitados pelo elefante Salomão. A tournêe começa em Viseu, no dia 24 de maio, e termina em Aguiar da Beira, a 27 de setembro. 

"Este espetáculo significa 70 dias de residência pelo território, 500 horas de formação, mais de 900 participantes locais em todos os territórios e muitos espetadores e atores", explicou Miguel Torres, diretor de produção da ACERT. "Do espetáculo vai resultar aquilo a que chamamos um álbum gráfico, que esperamos que seja um elemento de união desse território. É uma enorme aventura, mas acho que estamos à altura", acrescentou.

Pilar del Río, presidenta da Fundação José Saramago, entidade parceira do projeto, celebrou a grandeza do desafio. "Este elefante tem a dimensão dos sonhos de Saramago, talvez por isso seja tão grande. Um dos sonhos de Saramago era que a cultura fosse um elemento de progresso e desenvolvimento pessoal, mas também comunitário." A jornalista espanhola recordou também o caso das mais de 200 meninas sequestradas na Nigéria por frequentarem a escola.

"Que bom seria que essas miúdas pudessem viajar, livres, no lombo deste elefante. Enquanto isso, devemos denunciar a situação, em todos os fóruns, até conseguir que elas voltem a casa e tenham acesso à educação". 

 

Para ver a programação completa da digressão, aceda à página do Trigo Limpo Teatro Acert

 

Na imprensa:
Elefante Salomão viaja pelos 14 municípios da região Viseu Dão Lafões
(RTP/Lusa)

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O Perseguidor - 12 de fevereiro, 18h30 - Jardim de Inverno Teatro São Luiz

Miércoles, 12.02.14

Se fosse vivo, Julio Cortázar, um dos maiores escritores da literatura latino-americana, completaria cem anos em 2014. Para recordar o escritor argentino, que faleceu há 30 anos, uma série de actos serão realizados em todo o mundo no decorrer deste ano. 

A Fundação José Saramago, a Casa da América Latina e o Teatro São Luiz decidiram juntar-se às comemorações do “Ano Cortázar” e organizar em parceria uma homenagem ao autor de Rayuela. No dia 12 de fevereiro – data da sua morte – será realizada no Jardim do Teatro São Luiz a leitura de trechos do conto O Perseguidor e serão interpretados alguns temas de Charlie Parker, jazzista que inspirou o escritor argentino a escrever o texto mencionado.

A seleção e leitura encenada de fragmentos do conto fica a cargo de José Rui Martins, do Trigo Limpo – Teatro ACERT, e a música será executada por Carlos Martins, Carlos Barretto, Mário Delgado e Alexandre Frazão. O espetáculo é gratuito e tem início às 18h30. As entradas podem ser levantadas nas bilheterias do Teatro São Luiz a partir das 13h horas do dia 12 de fevereiro. 

 Sobre Cortázar, alguns artigos publicados nesta semana: 

Queremos tanto a Julio
(Texto de Juan Cruz, no El País

Autorretrato de Cortázar a lo "rayuela", en el 30 aniversario de su muerte
(El País)

El abecedario no alcanza para agotar el mundo de Cortázar
(Texto de Silvina Freira, no Página 12)

La eterna nalga de Cortázar 
(Texto de Ariel Dorfman, no Página 12)

Museo de la vida eterna
(Julio Ortega, Revista Ñ)

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Hoje e amanhã, 20 dizer na Fundação José Saramago

Jueves, 23.01.14
Sessão de sexta-feira, dia 24 com novo horário
Início às 18h30

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.
A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam.
A interpretação poético-musical a renovar-se na inspiração da palavra. O poema adquirindo novas matizes, corpos e a humanidade em que respira.
A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Insubmissa e irreverente.

(Entrada livre, sujeita à lotação da sala)

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Enero en la Fundación José Saramago

Viernes, 17.01.14

Casa dos Bicos, Casa de Contos - 3.ª sessão
17 de janeiro, 18h30
António Fontinha e Ana Sofia Paiva

VERTIGEM

A vertigem, nas sessões partilhadas entre narradores, é maior quando as não programamos.
Há muito que o povo diz: Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas.
Em 1966, Saramago publicou "Programa" na obra Os poemas possíveis:
No esforço do nascer está o final,
Na raiva de crescer se continua,
Na prova de viver azeda o sal,
Na cava do amor sua e tressua.
Remédio, só morrendo: bom sinal.

--

Sessão de apresentação dos livros:
Não queirais ser castelhana. Fronteira e contrabando na raia da beira baixa, de Eduarda Rovisco
O mar é que manda. Comunidade e percepção do ambiente no litoral alentejano, de Paulo Mendes
21 de janeiro, 18h30

--

20 Dizer
23 e 24 de janeiro, 11h (sessões para escolas) e 18h

Estes espetáculos demonstram a continuidade da relação conjunta mantida entre a ACERT e a Fundação José Saramago desde a parceria de que resultou a criação teatral “A Viagem do Elefante”. O conceito da programação da Casa dos Bicos é o agasalho adequado a este exercício de comunicação. O Trigo Limpo teatro ACERT sente-se honrado de habitar o afectuoso chão de José Saramago.

“Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos”
José Saramago

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10 de dezembro, um dia memorável na Fundação José Saramago

Miércoles, 11.12.13

O Dia dos Direitos Humanos chegou ao fim, mas no auditório da Fundação José Saramago fica a urna que receberá durante todo o mês as propostas para a criação da Declaração dos Deveres Humanos, um projeto idealizado por José Saramago e que será levado adiante pela Fundação – as propostas podem ser enviadas para o e-mail devereshumanos@josesaramago.org ou depositadas na urna que se encontra no quarto andar da Casa dos Bicos.

A terça-feira, dia 10 de dezembro, foi cheia e emotiva na Fundação. Centenas de amigos visitaram o edifício para celebrar o 15º aniversário da entrega do Nobel ao escritor português e os 65 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

As comemorações na Casa dos Bicos começaram cedo e estenderam-se até aos últimos minutos do dia. Já de manhã a oliveira onde estão depositadas as cinzas de Saramago foi decorada com placas com os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na árvore centenária também floresceu a proposta de Saramago para que se acrescentasse ao documento da ONU o “direito à dissidência”. 

Às 13h, com a presença de atores e músicos do grupo Trigo Limpo/Acert, foi revelada, no passeio em frente à Casa dos Bicos, a pegada do Elefante Salomão. Uma peça de bronze foi instalada ao lado da oliveira para recordar a passagem do grupo de teatro de Tondela por Lisboa para a representação da peça “A Viagem do Elefante”, baseada no conto homónimo de José Saramago.

Às 18h, com o auditório cheio, foi exibido o documentário “Repare Bem”, da atriz e realizadora portuguesa Maria de Medeiros, que tem como tema central uma família vítima das ditaduras militares do Brasil e do Chile, e o processo de reparação dessas violações dos direitos humanos. O filme, premiado no Festival de Gramado (Brasil), emocionou o público presente na Casa dos Bicos. Depois da exibição, Maria de Medeiros conversou com os presentes sobre o processo de produção da obra.

A noite ainda guardava surpresas. Às 21h30, José Rui Martins e Luísa Vieira, do grupo Trigo Limpo/Acert, ocuparam o auditório da Fundação José Saramago. Por mais de uma hora os atores brindaram o público com música e palavras de autores como Eduardo Galeano, Carlos Drummond de Andrade, Zé Da Luz, Chico Buarque, Changuito e Saramago. O líder sul-africano Nelson Mandela, recentemente falecido, e que neste mesmo dia era homenageado em Joanesburgo, foi lembrado pelos atores, que prometeram regressar à Casa dos Bicos em breve. O dia terminou, mas a marca de Salomão repousa agora ao lado da oliveira que guarda as cinzas de Saramago, ajudando-nos a recordar essa personagem maravilhosa, fruto da genialidade de Saramago, que de forma tão brilhante foi representada pelo grupo de Tondela.

Ver galeria de fotos

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El legado de Saramago sigue vigente 15 años después de la entrega del Nobel
(Agência EFE)

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