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Crítica a "Claraboya" en el Frankfurter Allgemeine

Miércoles, 23.10.13

A edição alemão do romance de José Saramago "Clarabóia", da Hoffmann und Campe,  recebeu uma extensa e favorável crítica no jornal Frankfurter Allgemeine. O autor do texto conclui: "Claraboia exala um encanto muito especial, como se adormecido. Quem penetra no romance através dos olhos de Saramago parece sair das ruínas de Pompeia para reencontrar, surpreendentemente, toda a sua vivacidade e frescura – como se, apesar de renovada, mantivesse todo o horror do passado.

Frankfurter Algemeine

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Book Review: The Gospel According to Jesus Christ by José Saramago

Jueves, 26.01.12

Jesus: a household name for most of the Western World. We know who he is, what he stands for, and we think we know his origins. But do we really know it? Or is our knowledge more a product of myth and legend? José Saramago's fictional account of The Gospel According to Jesus Christ provides an alternate history, a history that may be said to be more realistic, from the point of view of a skeptic.

This novel tells the tale of Jesus, son of Joseph, from the time of his birth, up to his death. It follows most of what the Bible says Jesus' life was, with a few major changes. I'll assume that readers of this review are familiar with the Biblical account of the life of Jesus, so I'll just point out the changes that are crucial to this alternate account.

First of all, Saramago's Gospel fills in the "missing" years of Jesus' life. In the Bible, there is an account of the life of Jesus from his birth up to when he was 12-years old. Then nothing else is reported until when he is 30 and is baptized by John at the Jordan River. In this novel, however, this is not the case. There are plenty of accounts of Jesus' life in between. His father Joseph dies when he is 13, and he leaves his house to fend for himself for several years, spending time as a shepherd with a character named Pastor, who is later revealed to be the Devil.

Saramago rearranges several Biblical episodes in this book. For example, the Bible states that Jesus spent a considerable period of time alone after being baptized, and the Devil proceeds to tempt him. In Gospel, however, the temptation occurs while Jesus is a shepherd with the Pastor. The Bible also states that Jesus spent 40 days with God, learning of his purpose here on Earth. The novel sees this as an episode on the Sea of Galilee, when a mist envelops the boat that Jesus was occupying, and God and Jesus, together with the Devil, had a conversation.

Perhaps the most controversial aspect of this novel is the fact that Jesus is portrayed to have carried on a relationship with Mary Magdalene. Yes, folks, Jesus is not a virgin in this novel. He has a partner. And given what I know about religion and its supporters, I don't think that sits well with the conservative folk.

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The "hysterical, blasphemous and boisterous" final novel of Jose Saramago

Viernes, 13.01.12

The late Nobel prize winner went out with a bang by raising Cain.

A long, successful career sometimes result in complacency, a sense of entitlement that dues have been paid and there’s no need to push any boundaries. It can also provide some insularity, or protection from retribution for crossing those boundaries.

Nobel Prize winner José Saramago (Nov. 16, 1922-June 18, 2010) has had a long and successful career, but Cain ($24, Houghton Mifflin Harcourt, translated from Portugese by Margaret Jull Costa), his final novel, is proof that he didn’t suffer from complacency.

The Nobel laureate draws on the Old Testament to produce a fable that could end up uniting Christians, Jews, and Muslims in protest over this slim novel, something the most powerful nations in the world have been unable to do - ever. It’s heretical and hysterical, blasphemous and boisterous; it’s a new twist on an old story with over 2000 years of fallout, some imagination, and an author unafraid of stepping over the line.

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Saramago mostra seu inconfundível olhar sobre a humanidade no inédito "Claraboia"

Domingo, 01.01.12

Em 2009, “A Viagem do Elefante” (lançado em 2008). Ano passado, “Caim” (ambos da Companhia das Letras). Seria muito triste se 2011 terminasse sem um livro de José Saramago na mesa dos mais vendidos nas livrarias brasileiras. Sorte nossa, o autor que morreu este ano deixou uma obra não publicada. Melhor que isso, deixou um livro que poderia listar entre seus primeiros trabalhos autorais mas tornou-se, a partir de uma recomendação expressa do escritor, um trabalho póstumo.

“Claraboia” (mesma editora) não é um livro conclusivo. Não serve de arremate do trabalho do Nobel de Literatura de 1998. Longe disso, é um caminho para se conhecer a construção de um gênio. A genialidade narrativa, o gosto pela experimentação de Saramago já estava por trás das linhas escritas no início da década de 1950.

Na época, o autor dispunha de algum nome entre os literatos, mas os originais deste livro acabaram esquecidos na gaveta de um editor, sem que nenhuma resposta sobre sua publicação fosse dada nos próximos anos. Quando enfim o mercado editorial acordou para o valor da obra, nos anos 1980, Saramago recomendou que “Claraboia” fosse mantido na gaveta até a sua morte.

“Claraboia” é o olhar de um narrador onipresente na vida de alguns personagens construídos de forma notável, ao estilo Saramago. É primavera de 1952 e vidas se cruzam num pequeno e modesto prédio de Lisboa. Portas, janelas, escadas e os ruídos da vida vizinha a que todos que moram num edifício estão sujeitos a escutar formam os pontos de cruzamento entre os personagens. Indiferentes ou curiosos pela vida alheia, eles são vizinhos.

Se há um personagem central na trama, ele é o sapateiro Silvestre, que no começo é apresentado como mais um trabalhador condenado a assistir o mundo da janela da sua oficina, ao longo da história ganha status de sábio. Ele e seu hóspede, o jovem errante Abel, travam interessantes diálogos. O jovem leva a vida a fugir de amarras e a cortar “tentáculos” que por acaso surjam. Entre eles, as conversas têm a confiança de uma amizade e a força de uma disputa oral.

De sua parte, Abel defende sua opção de negar as convenções. De seguir seu caminho, ainda que cheio de tropeços, em nome de ser livre. Casado com a gorda e amável Mariana, exercendo o mesmo ofício que aprendeu aos doze anos, Silvestre se revela um conhecedor das coisas. Tenta mostrar a Abel que no fim, todos serão os mesmos. E que só amor importará.

Mas não se engane. Silvestre talvez seja o personagem em que mais se identifica o autor, mas nem de longe será o mais instigante. Há as quatro solteironas do último andar: mães, duas filhas e um tia, que passam o dia a ouvir música clássica e a sonhar uma vida que não ousam tentar viver. No mesmo andar, Maria Cláudia é a jovem filha de Rosália e Anselmo. Ela sonha em ser personagem de um conto de fadas, eles pensam formas de garantir um futuro melhor provido para a filha.

No andar de baixo, Lídia é a mulher bonita e experiente mantida por um discreto empresário que a visita religiosamente nos mesmos dias e horários. Sua beleza madura e sua condição solitária fazem de Lídia uma mulher admirada e odiada nas mesmas proporções entre os vizinhos. Ainda neste andar, há a espanhola Carmen e o caixeiro-viajante Emílio, um típico casal que se odeia, pais do inocente Henrique.

Em outro apartamento, Justina e Caetano parecem um desinteressante casal que perdeu o rumo da relação depois da morte da filha vítima de meningite ainda criança. Com o decorrer da trama, no entanto, parte desses personagens as passagens mais marcantes de “Claraboia”, quando os sentidos do desejo e do amor são postos a prova.

Fonte: uol.com.br

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Guía para conocer a José Saramago, la persona

Miércoles, 28.12.11

"Al fin y al cabo los autores están en sus libros, por eso Saramago decía que había que cuidarlos, acariciarlos y besarlos como a personas”, dice Pilar del Río en el epílogo de "José Saramago, Un retrato apasionado", de Armando Baptista- Bastos.

“Para quienes le amaban dejó una gran nostalgia que no se satisface con la obra, aunque sí se atenúe. Al fin y al cabo los autores están en sus libros, por eso Saramago decía que había que cuidarlos, acariciarlos y besarlos como a personas”, dice Pilar del Río en el epílogo de José Saramago, Un retrato apasionado (Capital Intelectual), de Armando Baptista- Bastos.

El libro está compuesto por una extensa entrevista a Saramago, además de una introducción y un análisis de la obra del autor de Ensayo sobre la ceguera, escritos todos por Baptista-Bastos. Pero también incluye otros apartados en los que las voces se mezclan para ir armando un perfil de ese anciano parsimonioso, de voz lenta, queda, pero siempre fuerte.

Pilar del Río, la esposa de Saramago, aporta un prólogo y el epílogo del que extrajimos el texto citado más arriba, mientras que el mismísimo José Saramago aporta Breve nota autobiográfica, un texto en el que él mismo repasa su historia, una combinación de memorias y ensayos unidos con el estilo al que nos acostumbró. También hay una extensa cronología y la bibliografía completa del portugués.

Y en Testimonios, especialistas (periodistas, investigadores, profesores) portugueses, italianos, brasileños, ingleses, estadounidenses y canadienses incorporan textos en los que se explayan sobre la literatura de Saramago.

José Saramago, Un retrato apasionado es una suerte de guía para quienes aún no se hayan introducido en la lectura de Saramago, a la vez que un complemento para quienes ya conocen su literatura, porque entre las voces y las fotos (Saramago en varios momentos de su vida, jugando al tenis o arengando desde una tribuna, entre otras) el lector tendrá entre sus manos al Saramago hombre, político, escritor, amante, lo que convierte a este libro, como a todos los del Nobel, en un elemento para cuidar, acariciar y besar como si fuera una persona, porque entre sus páginas se esconde y se construye como en un rompecabezas el humano que fue Saramago.

Fonte: mendozaonline

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Open Book: Cain, by José Saramago

Viernes, 23.12.11

Portuguese novelist José Saramago, Nobel Prize winner and author of the bestselling Blindness, created something of a stir before his death when he declared that society would have been better off without the Bible. In so doing, he joined a venerable critical tradition in Western culture dating back to the Enlightenment. Voltaire, for example, wrote a satirical essay about the Book of Genesis, pointing out what he considered were a number of absurdities in the Old Testament narrative, not least the story of Cain and Abel.

Readers of the Bible will recall this twosome as the offspring of Adam and Eve. Abel was keeper of flocks, Cain a tiller of the soil. God found favour with the sacrificial offerings of Abel, but not with those of his brother, stirring up resentment so powerful in Cain that he slew Abel. Asked by God where his brother Abel was, Cain produced the notable response, “Am I my brother’s keeper?” As punishment, he was condemned to wander the Earth, although God also protected him by putting a mark — some scholars believe it was a tattoo — on Cain, lest anyone should kill him on sight.

Voltaire has a field day with this grim tale. God, Voltaire complains, accepts Abel’s offering and rejects Cain “without any trace of a reason.” In an equally arbitrary spirit, God “takes the criminal under His own protection. He declares that anyone who avenges the murder of Abel shall be punished with seven fold the punishment inflicted on Cain. He puts on him His sign as a safeguard.”

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