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Prémio Calouste Gulbenkian 2013 para Biblioteca de Alexandria

Lunes, 15.07.13

A Biblioteca de Alexandra e o seu diretor Ismail Serageldin são os vencedores do Prémio Calouste Gulbenkian 2013, no valor de 250 mil euros, anunciou a FCG. O Prémio será entregue na sexta, dia 19 de julho, às 18h00, em Lisboa, numa cerimónia que contará com a presença de Ismail Serageldin, Jorge Sampaio e Artur Santos Silva.
“A Biblioteca de Alexandria é uma referência cultural para o Mediterrâneo e isso deve-se sobretudo à visão, ao vigor e ao incansável trabalho de Ismail Serageldin”, afirma o júri do Prémio Calouste Gulbenkian, atribuído anualmente a uma instituição ou a uma pessoa, portuguesa ou estrangeira, que se tenha distinguido pelo seu papel na defesa dos valores essenciais da condição humana.
Entre 70 nomeações recebidas, o júri presidido por Jorge Sampaio decidiu atribuir o Prémio à Biblioteca de Alexandria, instituição de saber egípcia que completou o ano passado uma década de existência, e ao seu diretor Ismail Serageldin, “académico e dirigente cultural de excelência”, que também lidera os centros de investigação e os museus associados à Biblioteca.
Nas palavras do júri, “a Biblioteca de Alexandria é única, no sentido em que representa uma grande biblioteca egípcia com dimensão internacional cuja missão é ser um centro de aprendizagem, tolerância, diálogo e compreensão entre culturas e povos, bem como uma instituição líder da era digital”.
No local onde terá existido a antiga Bibliotheca Alexandrina, referência cultural da Antiguidade, foi inaugurado em outubro de 2002 um complexo que constitui a moderna Biblioteca de Alexandria, da autoria do atelier de arquitetura norueguês Snohetta, e que hoje recebe anualmente cerca de um milhão e meio de visitantes. Para além de albergar milhões de livros e de estar no centro nevrálgico de muitas importantes redes regionais e internacionais, a Biblioteca de Alexandria compreende ainda um vasto arquivo digital, seis bibliotecas especializadas, quatro museus, um planetário, oito centros de investigação académica, quinze exposições permanentes, quatro galerias de arte para exposições temporárias e um centro de conferências, entre outras valências.
O seu diretor Ismail Serageldin nasceu em Guiza, em 1944. É licenciado em Engenharia pela Universidade do Cairo, é doutorado em Harvard e tem vários doutoramentos honoris causa de universidades de todo o mundo. Para além de dirigir o complexo da Biblioteca de Alexandria, integra os conselhos consultivos de várias instituições internacionais académicas, científicas e de investigação e desempenha um papel de relevo em inúmeras iniciativas da sociedade civil. Serageldin foi também vice-presidente do Banco Mundial entre 1992 e 2000. Tem publicados mais de 60 livros e monografias e mais de 200 artigos sobre uma variedade de temas que incluem biotecnologia, desenvolvimento rural e sustentabilidade. Entre muitas outras distinções, em 2011 foi agraciado pelo governo francês com a Comenda da Ordem das Artes e Letras.
O Prémio Calouste Gulbenkian distingue personalidades ou instituições, portuguesas ou estrangeiras, que se tenham destacado na defesa dos valores essenciais da condição humana. No valor de 250 mil euros, o prémio é uma homenagem aos valores defendidos por Calouste Sarkis Gulbenkian e será atribuído este ano pela segunda vez.
O Júri do Prémio Calouste Gulbenkian é constituído por Jorge Sampaio (Presidente), Vartan Gregorian (Carnegie Corporation, EUA), Paul Brest (Stanford Law School e antigo Presidente da Hewlett Foundation), Comandante Pedro Pires (antigo Presidente da República de Cabo Verde), SAR Princesa Rym Ali da Jordânia (fundadora Jordan Media Institute), António Nóvoa (Reitor Universidade de Lisboa) e Mónica Bettencourt-Dias (investigadora Instituto Gulbenkian de Ciência), que integra este Júri desde abril de 2013, em substituição de Miguel Poiares Maduro, nomeado Ministro do Desenvolvimento Regional.

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publicado por Fundación Saramago

Imagen de funeral de dos niños en Gaza ha ganado World Press Photo 2012

Viernes, 15.02.13

El fotógrafo sueco Paul Hansen ha ganado la 56º edición del World Press Photo, correspondiente a 2012, con una imagen de Gaza. La imagen muestra la desesperación de dos hombres palestinos que llevan el cadáver de unos niños, muy pequeños, envuelto en sábanas blancas. El galardón es el más importante de su clase en el mundo, y al jurado le ha impresionado la forma en que Hansen ha sabido plasmar esa tragedia: “Ahí está todo, el dolor y el enfado; la desesperación y la pérdida. La fuerza de la foto radica en ese contraste con la inocencia de los pequeños. No se puede olvidar”, ha dicho Mayu Mohanna, miembro peruana del jurado.

Hansen, que trabaja para el diario sueco Dagens Nyheter, explica que los hombres llevaban a los menores por las calles de Gaza hasta la mezquita. El cadáver del padre sigue detrás, en una camilla, y envuelto también en lienzos blancos. Los chicos, Suhaib Hijzi y su hermano, Mohamed, tenían dos y tres años y perecieron en el bombardeo que destruyó su casa. El misil que reventó el edificio provenía del Ejército israelí.

El fotógrafo español Bernart Armangue (Barcelona, 1978) gana en la categoría de Spot news stories (historias de actualidad) con una imagen también tomada en Gaza, el pasado noviembre, para la agencia Associated Press donde trabaja.

El español Samuel Aranda fue el vencedor del certamen en 2011, con la imagen de un herido en Yemen durante las revueltas de la Primavera Árabe. Publicada en The New York Times, y tomada en la capital Sana, mostraba a una mujer cubierta con un velo consolando a un familiar herido.

El World Press Photo fue creado en Holanda en 1955, cuando los fotógrafos nacionales transformaron su propio concurso en uno internacional. El primer trofeo fue entregado en Ámsterdam. La Cámara de Plata holandesa se sigue otorgando, pero el poder de convocatoria de World Press Photo fue inmediato: el primer año, 42 fotógrafos de 11 países presentaron 300 imágenes. Para 1990, los aspirantes al premio sumaban ya 1.280 llegados de 64 países y con 11.043 fotos. Esta vez, han sido 5.666 candidatos de 124 países, con 103.481 fotos en mano. Además de 10.000 euros en efectivo, el ganador Hansen se llevará una cámara Canon y un lote de lentes.

 

El Pais

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publicado por Fundación Saramago

Mario Froilán Reyes Becerra, ganador del Certamen de Microrrelatos “Los Alephs”

Viernes, 28.09.12

El escritor y abogado colombiano Mario Froilán Reyes Becerra ha sido proclamado hoy ganador del I Certamen Internacional de Microrrelatos “Los Alephs”, convocado por la Fundación Fondo Internacional de las Artes de Madrid y su portal informativo XTRart, el Centro de Lingüística Aplicada de Buenos Aires y la Fundación Ureña Rib de Santo Domingo (República Dominicana), por su microrrelato “Colón”: “El hombre, sueco o finlandés, no hablaba español. El genovés, que llegó después, sí; con ese seductor ardid conquistó América”.

El fallo emitido hoy por el jurado destacó la “extraordinaria maestría” de Mario Froilán Reyes Becerra tanto para adaptarse a la frase con la que debía empezar el microrrelato -”“El hombre, sueco o finlandés, no hablaba español…”, inicio del cuento “Emma Zunz” del libro “El Aleph” de Jorge Luis Borges-  como para sintetizar, en sólo dos líneas, “500 años de hermanamiento entre el pueblo español y latinoamericano a través de una lengua común”. 

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