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"Enemy" gaña en Sitges Prémio Méliès d'Argent

Miércoles, 23.10.13

O filme "Enemy" de Denis Villeneuve, uma coprodução canadiana e espanhola baseada no romance de José Saramago "O Homem Duplicado", venceu o prémio Méliès d'Argent no Festival Internacional de Cinema Fantastico da Catalunha, em Sitges, sendo deste modo considerado o melhor filme fantástico europeu deste ano.

Com Jake Gyllenhaal no papel duplo do(s) protagonista(s), "Enemy" conta ainda no elenco com Sarah Gadon, Mélanie Laurent e Isabella Rosselini.

A estreia em Portugal está prevista para março ou abril de 2014, segundo informação da Zon Audiovisuais que vai distribuí-lo.

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publicado por Fundación Saramago

Claudio Magris: "...como me comovi profundamente" na última visita a Saramago

Lunes, 22.07.13

Logo que soube que tinha sido atribuído o primeiro Prémio Europeu Helena Vaz da Silva, o escritor triestino Claudio Magris escreveu ao presidente do júri, Guilherme d'Oliveira Martins. Com autorização do remetente, a Fundação José Saramago transcreve na íntegra essa carta em diz que de vez em quando folheia o exemplar de "Os Lusíadas" que comprou aos 14 anos. Termina a missiva com a recordação de encontros com o Nobel português e em particular, da comovente visita que fez a Lanzarote, pouco tempo antes da morte de José Saramago - visita documentada na fotografia que reproduzimos aqui.

É este o texto integral da carta de Claudio Magris:

"Desejo expressar a minha mais profunda gratidão por este grande, generoso e totalmente inesperado reconhecimento que me chega de um país que sempre esteve presente na minha fantasia, nos meus interesses, no meu imaginário.

Não sou um lusitanista e infelizmente não falo português, mas a história, a civilização e a literatura desse pequeno grande país sempre desempenharam para mim um importante papel, sempre me estiveram presentes. Talvez porque se trata de uma enorme civilização de mar, elemento essencial da minha sensibilidade e do meu ser, de um pequeno país que se tornou num império do mundo – no mais lato sentido do termo e não só no político – e como poucos outros foi um teatro de encontro, e como sempre também de confronto, em suma, um palco de protagonismo no grande teatro do mundo.

Estou demasiadamente surpreendido e emocionado com esta notícia para poder elaborar um discurso ordenado e gostaria assim de exprimir tudo o que me vem ao espírito: a grande literatura, lida em tradução, mas que profundamente me marcou – aos 14 anos comprei numa velha livraria de Trieste uma tradução italiana dos Lusíadas, que  frequentemente folheio; mas também a clássica, começando pela excepcional História Trágico-Marítima, que foi essencial na minha educação para o mar e para a poesia do mar.

Em Portugal, na foz do Douro, escrevi um dos meus contos, O Conde, que, deixando de parte a sua eventual qualidade – que não me compete a mim julgar – exprime profundamente a essência daquilo que sou e gostaria de ser; e também em Portugal – mais tout se tient – saiu, em termos absolutos, a primeira tradução de uma obra literária minha de ficção, já que até então apenas haviam sido publicados ensaios em tradução alemã. Refiro-me a Illazioni su una sciabola, Ilações sobre um sabre.

Foi portanto nesse país, tão generoso comigo, que se iniciou a minha navegação na própria e verdadeira literatura. Recordo o quanto me marcou a apresentação desse conto em Lisboa; recordo a presença calorosa e afetuosa de amigos que o ficaram ao longo da vida, e uma fulminante e generosa intervenção de Saramago, ali presente, que me disse:” O teu narrador (o protagonista-narrador do meu conto) não é inocente…” Observação que foi como uma semente que mais tarde germinou.

E recordo ainda, tempos depois, um extraordinário encontro com Saramago, pouco antes da sua morte em Lanzarote, e como me comovi profundamente ao ver que uma prateleira da sua biblioteca era dedicada aos meus livros. Também esse dia foi para mim um grande prémio, ao qual se junta agora este, pelo qual lhe expresso toda a minha gratidão."

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Javier Marías rechaza el Premio Nacional de Narrativa

Sábado, 27.10.12

El escritor madrileño rechaza el Premio Nacional de Narrativa por su novela ‘Los enamoramientos’ . Ya había dicho y escrito que no deseaba recibir recompensas institucionales

El escritor sostiene que la razón principal es su voluntad de no querer ser etiquetado como autor "favorecido por este o aquel Gobierno" ni ser involucrado en juegos políticos, por lo que defiende que se habría negado a aceptar el galardón, prescindiendo del partido que estuviera en el poder.  También influyó en su decisión el hecho de que muchos autores, entre ellos su padre, Julián Marías, y Juan Benet, Juan García Hortelano y Eduardo Mendoza, jamás recibieron un premio Nacional: "Estos fueron maestros míos y si ellos no lo recibieron, pensaba: '¿Por que habría de merecerlo yo?".

En abril del año pasado durante la presentación de Los enamoramientos, en el Instituto Cervantes de Madrid, el autor dijo que él no recibiría un premio institucional porque le parecía que si su padre no había obtenido ninguno, él no debería aceptar otro. Y en una columna publicada en este periódico el 26 de junio de 2011 afirmaba:"Algunos muy buenos escritores han sido galardonados con los premios oficiales -el Cervantes, el de las Letras, el Nacional-, pero también muchos medianos y malos. En cambio se murieron sin obtener ni siquiera el último -el de menor categoría- Juan Benet, Jaime Gil de Biedma y Juan García Hortelano, y los tres eran ya sexagenarios. Lo mismo le pasó a mi padre, Julián Marías, y él murió nonagenario".

 

Fuente: El País

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Carlos Saura premiado por "Fados", puente entre las culturas de Portugal y España

Martes, 09.10.12

O realizador espanhol Carlos Saura foi hoje distinguido pelo júri do Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura pelo filme "Fados", considerado "ponte entre as duas culturas".

O filme, rodado em 2007, tem a participação de Camané, Carlos do Carmo, Mariza, Cuca Roseta, Vicente da Câmara, Miguel Poveda, Lila Downs e Caetano Veloso.

O tema "Fado da Saudade", interpretado por Carlos do Carmo, recebeu em 2008 o Prémio Goya para a Melhor Canção Original, pela Academia espanhola das Artes Cinematográficas.

O júri reuniu-se esta manhã no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, juntando personalidades de Portugal e Espanha: os escritores portugueses Inês Pedrosa, diretora da Casa Fernando Pessoa, João de Melo e Patrícia Reis, editora da revista Egoísta Patrícia Reis; os jurados espanhóis foram Pilar del Río, presidenta da Fundação José Saramago, José María Valenzuela, diretor do Instituto Cervantes em Lisboa, e Trinidad Nogales, conselheira da Cultura da Junta da Extremadura.

O Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura, bienal, foi instituído pelos ministérios da Cultura de Portugal e de Espanha, em 2006, com o objetivo de "distinguir um autor, pensador, criador ou intérprete vivo, ou ainda uma pessoa coletiva sem fins lucrativos, que, por intermédio da sua ação na área das artes e cultura, tenha contribuído significativamente para o reforço dos laços entre os dois Estados, e para um maior conhecimento recíproco da criação ou do pensamento".

O poeta José Bento, em 2006, o professor de Filologia Galega e Portuguesa Perfecto Quadrado, em 2008, e o arquiteto Siza Vieira, em 2010, foram já distinguidos com o galardão ibérico, que tem o valor de 75.000 euros e é constituído por um troféu da autoria de Fernanda Fragateiro.

Fonte: DN

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