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Visitantes de la Casa dos Bicos leen a José Saramago (35)

Miércoles, 21.08.13

Merci, Amélie!


Saber mais sobre Levantado do Chão

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publicado por Fundación Saramago

Todos los libros de José Saramago en la Companhia das Letras: sesión en São Paulo

Martes, 13.08.13

Foi a 13 de agosto o lançamento de Levantado do Chão e Memorial do Convento em São Paulo, no Brasil, nas novas edições que a Companhia das Letras preparou. A sessão teve a participação dos escritores Mia Couto, Milton Hatoum e Andrea del Fuego e da presidenta da Fundação José Saramago, Pilar del Río, no SESC Consolação às 19h30.

No blog que mantém na Companhia das Letras, o editor Luiz Schwarcz conta a história destas novas edições, "desejo antigo" de José Saramago que "a cada vinda ao Brasil me cobrava uma atitude, no sentido de reunir toda a sua obra em uma só editora":

"Sempre expliquei ao José que estávamos de mãos atadas. A editora Caminho, que o representava, havia assinado um contrato sem prazo de encerramento com outra editora brasileira. E o cancelamento desse documento tinha que partir deles, não de nós. Apesar dos pedidos reiterados do seu principal autor, a Caminho nunca foi a fundo nem quis lidar diretamente com esse assunto.

Agora, com os direitos em posse da Fundação Saramago, e com a ajuda de Silvia Gandelman, chegamos a um acordo com a antiga detentora, a editora Bertrand Brasil, e a celebração é portanto mais do que justa. Pilar estará entre nós relembrando tantos momentos em comum e festejando a realização de um desejo tão antigo."

Ler mais em Blog da Companhia

Folha de S. Paulo

Globo

Posfácio

Estadão

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publicado por Fundación Saramago

Lanzamiento de obras de José Saramago em S. Paulo el lunes, en el SESC Consolação

Lunes, 12.08.13

Os escritores Mia Couto, Milton Hatoum e Andréa del Fuego e a presidenta da Fundação José Saramago, Pilar del Río, participam na sessão de lançamento de Levantado do Chão e Memorial do Convento, de José Saramago, agora editados no Brasil pela Companhia das Letras, no dia 13 de agosto, no SESC Consolação.

A sessão começa pelas 19h30, havendo distribuição de senhas de entrada uma hora antes, sujeita à lotação da sala.

Estes dois livros, publicados em Portugal pela Editorial Caminho em 1980 (Levantado do Chão) e 1982 (Memorial do Convento) só agora foram incluídos no catálogo da Companhia da Letras, cumprindo assim o sonho do escritor de ver reunida toda a obra na mesma chancela.

 

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Visitantes de la Casa dos Bicos leen a José Saramago (4) e (5)

Miércoles, 10.07.13

спасибо, Elena!
Merci, Alain!
Obrigado, Noemia!

Thank you, Michelle!

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publicado por Fundación Saramago

Raised from the ground, la versión inglesa criticada por Ursula Le Guin en The Guardian

Viernes, 04.01.13

A escritora Ursula K. Le Guin publicou no jornal britânico The Guardian uma extensa crítica à versão em inglês de Levantado do Chão [Raised from the ground] de José Saramago, com tradução de Margaret Jull Costa, publicada pela editora Harvill Secker em novembro de 2012. Para a escritora norte-americana, Levantado do Chão contém a melhor cena de morte que alguma vez leu em romance. Num texto empolgante em que cita várias vezes o discurso de Saramago na entrega do Premio Nobel, Ursula Le Guin realça que já neste romance o autor revelava "uma voz madura, tranquila, coloquial e fácil, muitas vezes irónica e com um humor cativante". Aqui segue a tradução do texto de Ursula Le Guin, premiada com o Memorial Astrid Lindgren e com o Prometheus:

 

Nos últimos dois séculos, os romances têm sido escritos sobretudo por autores da classe média para leitores da classe média. Romances sobre os muito pobres, os oprimidos e os camponeses não são escritos por nem para as pessoas sobre as quais falam. Assim, tendem a assumir um tom distanciado, sociológico, e são terrivelmente deprimentes – sugestivos, crus, sem esperança e, necessariamente, brutais. Os dois grandes romances norte-americanos dos oprimidos, “A Cabana do Pai Tomás” [Harriet Beecher Stowe, 1852] e “As Vinhas da Ira” [John Steinbeck, 1939], salvam-se dessa frieza ameaçadora graças à paixão dos autores pela justiça e ao afetuoso respeito pelos seus protagonistas. O mesmo acontece com o romance inicial do escritor português José Saramago “Levantado do Chão”, com um valioso bónus: o autor escreve sobre pessoas com as quais cresceu, a sua gente, a sua família.

 

 

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La Quinzaine Littéraire elogia édicion francesa de "Levantado del suelo"

Viernes, 04.01.13

O romance Levantado do Chão (1980) acaba de ser publicado pela Seuil em França, com o título Relevé de terre, numa tradução do português feita por Geneviève Leibrich. O crítico Hugo Pradelle analisa a obra na Quinzaine Littéraire, considerando-o "um hino esplêndido à liberdade e à dignidade reencontrada dos homens". Eis a tradução desta crítica publicada naquela revista literária na primeira quinzena de janeiro:

 

Este é um romance inédito no qual Saramago conta, com verve e seriedade, a história de uma família de rurais muito pobres das planícies áridas do Alentejo, desde o início do séc. XX até à Revolução de 1974. Um texto onde surgem ao mesmo tempo as premissas de um projeto literário de grande alcance, uma visão da História, a natureza de uma obra celebratória da ficção e uma língua de uma riqueza fascinante. Um hino esplêndido à liberdade e à dignidade reencontrada dos homens.

 

Levantado do chão, publicado em Portugal em 1980, é seguramente um romance social, um fresco impressionante dessa “gente solta e miúda”, um hino aos humildes, aos que a História ignora e relega para o fim do mundo, lá onde podem estragar-se infinitamente, triturados por um trabalho esgotante, quase desumano, isolados de tudo, atormentados por uma fome abjeta, exangues das privações e das “penúrias”, confundidos numa repetição infinita e insensível. Como se estivessem aprisionados numa terra que os formata, insignificantes, enredados num ciclo sem fim. “A terra é só crosta seca— ou lamaçal, não importa. Cozem-se ervas, vive-se disso, e os olhos ardem, o estômago faz-se tambor, e vêm as longas, dolorosas diarreias, o abandono do corpo que se desfaz de si próprio, fétido, canga insuportável. Apetece morrer, e há quem morra.”

 

 

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